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Destrinchamos: confira cada detalhe dos 50 minutos de Cyberpunk 2077

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Ontem, a CD Projekt RED revelou 48 minutos de gameplay inédito de Cyberpunk 2077, surpreendendo muita gente com a dose generosa de novidades que de um jogo que ficou no escuro por anos. Contudo, apesar de quase 50 minutos de jogabilidade serem suficientes para dar o tom do game, é difícil perceber as nuances.

E é por isso que o Voxel pegou o vídeo de gameplay de Cyberpunk 2077 e o destrinchou do começo ao fim, apontando pequenos detalhes e elementos que você pode ter passado batido ou não soube interpretar com as referências certas. Portanto, confira o que encontramos no material:

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Ficha de personagem – 1:01

Pode parecer apenas uma forma de criar o personagem, mas há mais do que parece aqui. A ficha do personagem tem semelhanças gigantescas com a ficha do RPG original, de 1988, que se chama Cyberpunk 2020. Nos heróis de infância de V, é possível observar Johnny Silverhand, o Rockerboy da banda Samurai (que veremos referências depois) e Morgan Blackhand.

O status são os mesmos do RPG – 1:23

Na imagem, vemos os clássicos “Strenght” e “Intelligence”, mas também o “Cool”, que determina o quão legal é o visual do seu personagem. No RPG de mesa, parecer legal e ser vem-vestido funcionavam como uma mecânica: você não precisa ser o maioral da cidade, mas pode se parecer com o maioral. Provavelmente esse status será crucial para as abordagens não-violentas.

Desde o começo, tem atenção aos interiores – 1:30

Apesar de Cyberpunk 2077 ser um mundo aberto, parece que teremos muita densidade de conteúdo para criar um mundo orgânico. Basta ver os vizinhos saindo de suas casas ou o vislumbre para dentro dos apartamentos.

Cyberpunk 2077

É possível agir letal e não-letal (além de carregar o corpo do inimigo) – 2:45

Koreznikov é uma habilidade adquirida como as poções em The Witcher (é possível desacelerar o tempo, tem um timer em cima) - 2:55 - 3:17

O composto Koreznikov existe dentro do RPG Cyberpunk 2020 e aumenta a reação a ataques. No jogo, ele aparece com a mecânica de desacelerar o tempo.

Cenários incríveis e lindos, com ótimas texturas e objetos interativos (textura da parede, arma, unhas, motion blur, parede destrutível, etc) – 3:00 e 3:21

A personagem se cura com um inalador da Trauma Team – 3:28

A Trauma team é uma das megacorporações do game e é especializada na área médica. Por ora, guarde apenas o logo.

É possível atirar através das paredes e destruí-las – 3:44

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Destruição do cenário – 3:55

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Assistente da missão, provavelmente uma ajudante igual a Jackie (que é uma Netrunner, que é uma classe hacker), passa dicas para o jogador – 4:05

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IA dos aliados parece ser ótima (Jackie age quando tem a chance) – 4:14

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A garota que deve ser encontrada na quest foi hackeada – 5:12

Neste momento, V revela que a garota que eles estava atrás teve um vírus implantado em seu biomon (biomonitor, em Cyberpunk 2020, uma espécie de chip que monitora os sinais vitais) que está impedindo que outros descubram sua localização. Também é revelado que a garota é uma Trauma Team Platinum, ou seja, é conveniada platina da companhia médica.

A Trauma Team é uma empresa médica que monitora os sinais vitais do contratante e o resgata em qualquer situação de perigo, seja de um ataque cardíaco ou de um sequestro. No caso, essa opção era impossível por causa do hack.

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ABiomonitor em Cyberpunk 2020

V pede o “airhypo”, que é igual ao item do RPG Cyberpunk 2020 – 6:06

Vento mexendo objetos e tecidos e texturas da parte de fora - 6:39

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Trauma Team, uma das megacorporações do jogo, chega à cena – 6:45

A Trauma Team finalmente chega. Conforme dito, a empresa protege seus contratantes a qualquer custo, por isso empunham armas. O veículo, inclusive, é idêntico ao do RPG Cyberpunk 2020.

Muita influência japonesa – 7:22

Night City é uma megalópole que une São Francisco e Los Angeles, cidades com muita influência oriental. Porém, o mundo de Cyberpunk retrata uma utopia liberal em que grandes empresas dominam, exercendo poder maior que o Estado. No caso, muitas empresas japonesas, incluindo a famosa Arasaka, podem exercer influência sobre a cidade.

Haverá romances (ou ficantes) na trama – 8:08

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Personagem fica machucado, como nos cotovelos - 8:27

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O rádio fala sobre a morte de Johnny Silverhand, ídolo de V, e respeita a cronologia do universo – 8:36

Ripperdocs (ou rippers) – 8:57

Rippers (ou Ripperdocs) são médicos ilegais que contrabandeiam modificações corporais. No universo de Cyberpunk 2020, isso é uma gíria.

É possível simular o interior do apartamento como sendo de noite – 9:16

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É possível ouvir uma obra criada pela CD Projekt RED que reproduz a música de Johnny Silverhand – 9:20

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Slot para espadas e vários outros tipos de armas - 9:45

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O logo da banda Samurai, do ídolo de V, Johnny Silverhand – 9:55

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Roupas com status e status sociais (e mostram o logo da banda Samurai) – 10:00

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Mundo gigantesco e denso ao mesmo tempo - 10:25

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Eddies são citados, que é o termo para o euro-dólar, a moeda do game – 10:45

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Mundo orgânico e interativo - 11:07

Uma propaganda de rua é interativa e levará o jogador até a loja através da conexão de rede entre o totem e as modificações corporais da protagonista.

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A empresa Arasaka, uma das maiores do universo do jogo, aparece no nome de uma arma (no RPG original, essa mesma arma é da Militech) – 11:43

Cyberpunk 2077 não tem tela de carregamentos – 12:17

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Alguns NPCs se repetem, como este em 12:41

Quantidade de NPCs na tela é gigantesca – 12:47

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Comparação com o trailer mostra aprimoramentos na demonstração (imagem 1 é o trailer e a 2 é o gameplay revelado)

Múltiplas formas de iniciar uma quest – 16:51

Nessa quest, o contratante explica muitas coisas sobre a missão e como ela pode ser iniciada. No gameplay, V, escolhe falar com uma representante da Militech para optar em uma maneira não-letal de dar continuidade. Isso é completamente opcional.

Vemos uma investigação policial em Night City, mostrando mais da naturalidade do mundo aberto – 18:10

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Prótese de braço com espada aparece no consultório – 21:55

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O novo upgrade óptico de V mostra as fraquezas dos inimigos, incluindo de NPCs. Isso quer dizer que qualquer pessoa pode ser morta?

Os implantes cibernéticos que aparecem no gameplay são praticamente idênticos aos do RPG Cyberpunk 2020, como os ópticos e os dérmicos. Caso seja seguido à risca, teremos muitas novidades ainda.

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Upgrades mudam o visual do personagem – 22:30

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O upgrade de pele na mão conecta ao scanner e deixa o jogador ver a quantia de balas e modos de tiro – 22:38

Probleminha nas sombras do NPC – 23:04

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Há uma pessoa estranha olhando o carro (em breve ela ganha mais importância) – 24:18

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Há vários detalhes na interface do carro, como freios ABS, RPM e mais – 24:49

O rapaz que estava encarando o carro é um dos inimigos da quest anterior, que aparece em busca de vingança – 25:05

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Passar por cima do cadáver tem reação física do carro – 25:24

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A Física é muito boa ao atingir objetos com o carro – 25:28

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Visuais lindíssimos e a empresa Arasaka – 25:50

Podemos reparar em texturas, objetos, polígonos, distância de visualização e muito mais, compondo uma obra que é altíssimo nível e, certamente, nos faz duvidar sobre a chance de consoles atuais rodarem. Além disso, vemos um prédio da megacorporação Arasaka, uma das principais do game e que tem muita importância na trama.

Interior do carro extremamente bem-feito, com indicador de seta e volume do rádio no volante – 26:40

Level ?? – 27:53

Inimigos de alto nível não têm indicações de leveis, mostrando que pode ser demais tentar bater de frente.

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Dá para ver os implantes nos olhos dos inimigos – 28:34

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Night City é uma megalópole de Los Angeles e São Francisco, e ali vemos os famosos córregos de Los Angeles – 31:30

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A missão se passa em um frigorífico utilizado como esconderijo – 31:48

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O novo implante de V é capaz de escanear armadilhas inimigas – 32:57

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A cor do olho modificado do inimigo muda ao controlar a aranha-robô – 35:34

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Você pode sacar a arma no meio da conversa, alterando o rumo da quest – 36:28

Agora, desacelerar o tempo consome um barra, balas igual ao teaser de 2013, e não mais requerem o remédio Koreznikov – 37:09

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O inimigo é eletrocutado igual ao RPG de mesa, mantendo o estilo visual – 37:20

Alternar os modos de tiro da Tech Shotgun muda fisicamente o visual da arma – 38:21

Assim como em Fallout e outros RPGs, é preciso ter certo grau de habilidade para hackear ou realizar outras coisas – 38:39

Há muitas animações, mesmo em primeira pessoa, mostrando bastante atenção aos detalhes ao escalar ou manipular itens – 38:53

Violência e desmembramentos – 39:30, 40:22 e 41:50

Módulo de cálculo de ricocheteio no olho; o que mais tem para equipar? – 39:37

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Há um sistema de cover simples – 39:49

As armas do protagonista também podem penetrar paredes – 40:11

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Aparentemente, há 4 slots para armas no menu – 40:42

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Há muitas habilidades para desbloquear, como pulo duplo e dash no ar – 41:18

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Entrar na rede neural do adversário permite quick hacks, que deixam, por exemplo, incapacitar a arma de outros inimigos – 43:07

Escanear com atenção pode mostrar as fraquezas do chefão – 44:14

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Militech, uma das maiores megacorporações, aparece com mais atenção – 46:22

Street Cred aumentado depois da quest – 47:28

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Pequeno bug na movimentação da mão de Jackie – 47:34

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Essas foram algumas de nossas observações de Cyberpunk 2077. Agradeço especialmente o meu querido amigo e leitor, Marcus Borgonove, que me ajudou a ver elementos relacionados a Cyberpunk 2020, o RPG de mesa de 1988 que inspirou o game. Você viu alguma outra coisa que passou batido por nós? Comente abaixo e nos ajude a encontrar ainda mais nuances bacanas!

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