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Jogamos: Spyro Reignited Trilogy traz beleza gráfica e gameplay aprimorado

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A onda de remasterizações e remakes está longe de terminar e isso é algo MUITO bem-vindo a quem não teve a oportunidade de conhecer algumas das maiores gemas dos games. “Parceiro” de época de Crash – ou um irmão um pouquinho mais novo –, Spyro também teve uma trilogia para chamar de sua nos idos do PS1.

Menos linear que Crash e com um “hub” que, já naquela época, beliscava com o conceito de mundinho aberto, Spyro se estabeleceu por trazer uma agradável exploração 3D e, é claro, um personagem carismático. O dragãozinho roxo foi uma espécie de predecessor de Ratchet and Clank também: ambos foram concebidos e desenvolvidos pela Insomniac.

Exatamente 20 anos depois, a trilogia renasce. Spyro the Dragon, que é de 1998, Spyro 2: Ripto’s Rage!, de 1999, e Spyro: Year of the Dragon, de 2000, foram lançados somente ao PS1 para agora, em 2018, renascerem no PS4 e no Xbox One em Spyro: Reignited Trilogy, coletânea que reúne a trilogia de forma reimaginada pelas mãos do estúdio Toys for Bob. E nós pudemos testar num evento a convite da Activision.

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Um mero remaster?

A demo apresentada oferecia duas áreas: “Toasty” e “Tree Tops”. Somente a segunda área poderia ser escolhida no teste realizado. A primeira impressão que se tem, naturalmente, é o visual: o meu feeling pessoal é que essa releitura de Spyro vai um pouco além do que entendemos por “remaster” e se aproxima do conceito de “remake”, sem necessariamente ser um.

Digo isso porque, aqui, não há um mero salto gráfico em função do aumento de resolução: os modelos foram redesenhados MESMO, com um sentimento muito maior de “ineditismo” do que a aventura do marsupial. Claro que a natureza de Spyro é mais abrangente que a de Crash; o fato de ser um jogo que abraça o 3D de forma muito mais ampla e menos linear consegue imprimir um sentimento maior de grandeza.

O mundo está maior. Mas assim: substancialmente maior. Corri, pulei, rolei e baforei fogo em macacos gigantes que, agora sim, têm a pelagem que merecem – parece que vi esses inimigos pela primeira vez na vida e só tive um rápido lampejo de já ter tido esse encontro antes em lapsos da minha memória noventista. O gameplay está muito bem moldados aos tempos atuais.

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As setas verdes no chão dão velocidade a Spyro e catapultam o dragãozinho até o outro lado do cenário – cuidado com esse pulo porque, com ele, não é possível planar. O level design, por ser mais capacitado graças às tecnologias atuais, entrega fases muito maiores – e essa que joguei foi apenas um aperitivo.

Beleza poética

O fogo que Spyro lança sobre os inimigos reluz em todo o ambiente e ilumina vegetações, cavernas e outros locais sob a luz esverdeada de uma imponente lua minguante que estampa grande parte da tela. A performance estava fixa nos 30 fps.

A resolução será aprimorada no PS4 Pro e no Xbox One X. A Activision disse que ainda vai revelar as especificações técnicas completas – 4K nativo? Checkerboarding? –, e o Xbox One X provavelmente se sobressairá.

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O que posso dizer, nesse rápido teste, é que Spyro: Reignited Trilogy tem potencial de trazer sentimentos que vão além da experiência de se estar jogando algo conhecido e somente mais bonito – aqui, a ambição está um pouco maior e traz uma sensação de ineditismo a todos, veteranos e marinheiros de primeira viagem.

A coletânea será lançada no dia 21 de setembro para PS4 e Xbox One. Expectativas? Conte pra gente aqui embaixo, nos comentários.

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