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RevoltZ é a organização que incentiva eSports que você precisa conhecer

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“O eSports é o futuro.” Quantas vezes você já ouviu isso na área de games? Para quem quer entrar na cena de jogos, eSports já deixou de ser extra há muito tempo e já está lado a lado com a grande produção de conteúdo. E, como toda grande seção de games, muitos querem entrar na área. Mas como? É aí que organizações como a RevoltZ entram em cena.

Durante a BGS 2018, conversamos com Mariel Macedo, o CEO da RevoltZ, para entender mais como funciona o negócio da organização. Para quem não sabe, a empresa cuida da seleção de base de jogadores de eSports, auxiliando pessoas que estão no início, apoiando a competição universitária, incentivando o eSports feminino e até mesmo dando destaque a jogos menores.

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Uma parceria com a USP está rendendo frutos

A RevoltZ tem uma parceria que se parece com o modelo de futebol americano nos Estados Unidos: selecionar e começar a construir base através de universidades. A primeira parceria da organização é com nada menos que a USP através da atlética do IME (Instituto de Matemática e Estatística).

Pode parecer uma ideia simples, mas não é. Na América Latina, por exemplo, a parceria do IME com a RevoltZ é a primeira a unir a universidade com o eSports. Em conversa com Mariel, ele nos explicou que enquanto conversava para viabilizar a ação, a primeira parceria aconteceu nos Estados Unidos (ou seja, por pouco não foi a primeira de toda a América).

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A ideia é permitir que os universitários consigam adentrar no universo de eSports com a RevoltZ fornecendo todo o material necessário para esse objetivo, seja com equipamentos, coach, psicólogos e por aí vai. Em retorno, a organização ganha um novo time para disputar torneios, como é o caso do time IME-RevoltZ. E, atualmente, a equipe já é vice-campeã de 2 TUES (maior torneio de eSports) e campeã do InterUSP nos jogos Counter-Strike: Global Offensive, Hearthstone e Smash Bros.

Incentivando o eSport feminino e de jogos menores

Apesar de o grande foco do momento da RevoltZ ser o apoio universitário, a organização não faz apenas isso. Em conversa com Mariel, o CEO nos contou um pouquinho sobre os outros planos da empresa e no que eles estão investindo no momento.

Um dos focos da RevoltZ é apoiar o cenário feminino de eSports. Atualmente a organização tem times em Rainbow Six: Siege (que chegou até mesmo a disputar as finais em julho) e Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO, para os mais íntimos).

A RevoltZ também incentiva bastante jogos menores, jogadores que estão começando e cenário feminino de eSports

Mas Mariel nos contou também que a RevoltZ também cria times ou ajuda jogadores individuais a competir em jogos menores, como Free Fire, Warface, Vainglory, Heroes of the Storm e outros. A RevoltZ está sempre de olho nos campeonatos menores e vê jogadores em destaque, proporcionando coachs ou outros recursos para ajudar quem está começando.

Quero começar: o que fazer?

Esse é o grande X da questão: como começar? A resposta mais rápida é praticar desde já e participar de campeonatos amadores. No site da RevoltZ, por exemplo, equipes podem se inscrever para competir contra times da organização.

Além disso, basta participar de competições de base para começar. A RevoltZ disse que presta atenção nas competições mais amadoras para recrutar jogadores ou oferecer suporte. A organização revelou ao Voxel que oferece coachs e outros tipos de suporte para jogadores que estão começando, então é bom ficar de olho no que a empresa tem a oferecer. Portanto, a RevoltZ é um nome para se manter no futuro.

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