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Tem de tudo: saiba o que a equipe do Voxel está jogando ultimamente!

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Semana vai, semana vem, é jogo adiado, é jogo que sai quando ninguém esperava e nós, aqui do Voxel, tentamos intercalar as jogatinas com a vida fora dela. Há quem seja casado, há solteirões e há os enrolados: tudo isso é um desafio para conseguirmos tempo livre e dedicação aos queridos joguinhos.

Sem falar que muitos têm bicho de estimação, e isso exige tempo. O Vinícius Munhoz, por exemplo, tem um zoológico na casa dele. Uma arara que parece um pterodáctilo e um cachorro semelhante ao panda (por acaso, o nome dele é Panda mesmo). E o Napol, que divide "as paradas todas" com sua paixão por carros? Não é fácil, meus amigos. Saiba como está a vida virtual dos membros do Voxel e dos amigos de profissão do TecMundo, que é nosso irmãozão! Datando de 27/02/2018:

Vinícius Munhoz – Redator do Voxel

Férias!

Como em toda correria do trabalho, as últimas semanas foram conturbadas de jogos para análise! Joguei de The Seven Deadly Sins a Bayonetta, com pouco espaço para me dedicar às minhas jogatinas pessoais. Estou prestes a entrar de férias e já começarei a debulhar algumas pendências antigas: Ni No Kuni (de PS3 mesmo, entrei no hype do 2, que pude jogar recentemente), Persona 5, Dragon Ball FighterZ e muitos outros jogos indies no Xbox One, como Thimbleweed Park e Late Shift. As férias prometem muitas zeratinas!

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Gabriela Nakamura – Mídias Sociais

Overwatch e um terrorzin

Estou jogando Overwatch que é um vício difícil de me livrar. Agora dificilmente jogo sozinha, pois estou em um grupo em que uma galera joga e montamos time. Quando não há ninguém online, revezo com o CoD: WWII e The Evil Within.

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Renan Hamann – Editor do TecMundo

The Last of Us Remastered

Seguindo minha campanha pessoal de "jogar os clássicos para parar de boiar nas conversas nos almoços com o Voxel", agora estou jogando o The Last of Us. É um processo difícil de ligar o console e ver o Maddenzinho me olhando com saudades, mas estou confiante de que vou conseguir terminar o jogo em breve — confesso que o CS:Go tá me tomando um tempinho também.

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Bruno Micali – Redator do Voxel

Platinando e miletando

Continuo na jornada batizada de “fúria da miletação” ou da “platinação”, uma pira que eu sempre tive. Não estou envolvido em nenhum jogo específico, apenas curtindo coisas menores pra dar um boost nos meus perfis. O legal é que, nessa saga, você acaba descobrindo um monte de indies legais – e olha, vou te falar, existem muitas gemas escondidas nos confins da Xbox Live e da PSN. Os que mais me chamaram atenção, nesses últimos tempos, foram Guns, Gore & Cannoli, que parece um Metal Slug com skin de máfia; Virginia, baita suspense em primeira pessoa com uma trilha sonora que beira a soberba; What Remains of Edith Finch, tocante dos pés à cabeça; e Firewatch, que me deixou numa onda de reflexão sobre a vida por um bom tempo.

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Felipe Gugelmin – Redator do Voxel

Metal Gear Survive

Ainda estou nas primeiras horas de Metal Gear Survive e confesso que estou evitando um pouco o game. Mesmo tentando distanciar o game de outros títulos da franquia, a experiência que sobra não é exatamente agradável, especialmente pela insistência dos desenvolvedores em dificultar o máximo possível sua vida — o que não chega a tornar o game difícil, somente irritante.

A trama até o momento não é muito inspirada, assim como os cenários praticamente vazios que são habitados por “bolsões” de inimigos que vencem mais pelo número do que pela inteligência. Espero que as coisas melhorem daqui em diante, mas confesso que não estou muito animado pelo que vem daqui para frente.

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Guilherme Dias – Apresentador do Voxel

Far Cry 4

No último fim de semana, comecei finalmente Far Cry 4. Depois de umas oito horas, estou achando meio parecido demais com o terceiro — o que é bom e ruim. A inovação é mínima, mas os acertos passados também estão lá. A sensação de sair caçando e conquistando postos com arco e flecha continua incrível.

Paralelamente, como sempre, estou jogando Overwatch para pegar os itens do evento Ano do Cachorro (e passar raiva). Fora isso, falta tomar vergonha na cara e terminar minhas campanhas em aberto em: Darksiders, Dead Space 3, Okami HD, Psychonauts, Stories, Bayonetta, Unravel, Crash 2, Valiant Hearts e Horizon: Zero Down.

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Felipe Autran – Redator do TecMundo

Mass Effect: Andromeda

Foi uma compra meio impulsiva. Terminei Mass Effect 3 na semana passada e fiquei com aquele vazio de quem não tem mais episódios novos da série favorita para assistir. Em suma, não resisti quando a tão criticada sequência apareceu em promoção. Andromeda sofre sim de todos os problemas que já foram citados à exaustão — incluindo as animações esquisitas —, mas a sensação de estar viajando em uma aventura com os amigos, tão presente nos RPGs da Bioware, continua lá, pelo menos nas primeiras horas. O mundo aberto não adiciona quase nada de novo ao modelo feito pelo estúdio lá em 2014, mas eu também não vou achar ruim passar algumas dezenas de horas visitando essa variação sci-fi de Dragon Age: Inquisition.

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Igor Napol – Editor do Voxel

Kingdom Come: Deliverance e GTA V

O RPG medieval tem sido o grande foco do mês justamente por conta da análise que deve sair muito em breve aqui no Voxel. Extremamente denso, uma parte significativa do meu tempo foi dedicada às constantes conversas que rolam, mas também passei algumas horas fazendo (ou repetindo) missões. A parte de controle de combate é um pouquinho problemática de vez em quando, e o jogo, apesar de ser bem bonito, ainda não foi muito bem otimizado. Mais detalhes vocês vão poder conferir no review!

Já o GTA V foi um retorno meu à ilha de San Andreas pela terceira vez, aproveitando a pausa nos jogos de corrida. A primeira foi lá no PS3, a segunda no Xbox One e agora no PC, junto de uma galerinha aqui da NZN e outros amigos. O efeito de surpresa com a qualidade do game ainda é o mesmo depois de tantos anos; o jogo continua me surpreendendo e é absurdamente divertido pra jogar com os amigos.

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Kika – Apresentadora do Voxel 

XCOM

Depois de ficar frustrada com o PS3 quebrado e ter que desistir de terminar Ni No Kuni, resolvi voltar pra um jogo que gosto muito, mas nunca dei atenção o suficiente - XCOM: Enemy Unknown. Quem me conhece sabe que eu adoro jogos de estratégia, e decidi que agora é a hora de ir até o fim. XCOM é um jogo complexo, tanto no combate (sempre por turnos), quanto no gerenciamento da iniciativa XCOM - você é o responsavel por combater a ameaça alien em todo o mundo e precisa ampliar suas instalações ao mesmo tempo em que deve manter o nível de pânico baixo ao redor do mundo - o que não é tarefa fácil. Depois de ter ido muito mal na primeira campanha anos atrás, dessa vez abri um novo save e estou fazendo tudo direitinho. Espero chegar no final do game com sucesso!

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E você?

E você, o que está jogando no momento? Conta pra gente aqui embaixo, na seção de comentários!

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