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Lucas Karasinski

Videoanálise

Enquanto essa temporada do Mundial de Fórmula 1 já vai se encaminhando para a sua parte final, eis que a Codemasters aponta na reta e traz para todos os fãs do campeonato de automobilismo mais importante do planeta a nova versão da sua franquia exclusiva: F1 2013.

Com algumas versões anteriores muito elogiadas pelo público e pela crítica, a companhia fez de tudo para aproveitar ao máximo cada mínimo esforço que os consoles da atual geração possam fazer. Para tanto, apesar de o título não apresentar uma grande revolução dentro da série, há, claro, algumas melhorias.

No lançamento, o que vem para chamar mesmo a atenção é o novo modo clássico – e que permite ao jogador realizar uma viagem ao passado, encontrando carros e circuitos que marcaram época nas décadas de 80 e 90. Confira o que achamos de tudo isso na nossa análise.

A mesma analogia utilizada na análise do game em 2012 pode ser aplicada agora, ou seja, o F1 2013 mostra uma evolução semelhante à dos títulos de futebol. Ou seja: se em alguns anos, os títulos da série recebem mudanças drásticas, em outros, apenas correções, melhorias e algumas novidades aparecem para fazer a alegria dos fãs de automobilismo.

Pisando fundo

O game se mostra bem democrático, trazendo opções para quem quer realismo e partidas longas, mas também agradando àqueles que querem somente dez ou quinze minutos de diversão.

Como dito acima, o F1 2013 extrai tudo o que a atual geração de consoles pode oferecer. Dessa forma, os gráficos e a física do título não ganharam mudanças muito significativas, o que pode decepcionar aqueles que fazem questão de encontrar evoluções contundentes nesse sentido.

Em contrapartida, a Codemasters trouxe os elementos clássicos, algo que com certeza vem para fazer a alegria de muitos fãs da Fórmula 1. Pistas épicas, pilotos que entraram para a História e carros que habitam museus do mundo todo podem, agora, ser comandados por jogadores de todos os lugares.

De Willians

Ainda que algumas coisas estejam faltando nesse “modo clássico”, como uma variedade maior de pistas ou a presença do ídolo Ayrton Senna, por exemplo, você com certeza pode se divertir bastante comandando uma Willians de 1992 no lendário circuito de Brands Hatch, deixando, para trás, pilotos como Emerson Fittipaldi e Nigel Mansel.

Este jogo foi adquirido pelo Baixaki Jogos para a realização desta análise.

Ainda mais realista

Uma das principais mudanças sentidas na transição do F1 2011 para o F1 2012 foi a evolução do título no que diz respeito à jogabilidade. Aqui, novamente, podemos dizer que a Codemasters conseguiu acertar a mão, trazendo uma experiência cada vez mais realista. As mudanças não são tão drásticas, contudo, o jogo se apresenta cada vez mais desafiador.

Uma corrida de verdade

Mesmo com todos os auxílios do F1 2013 ligados, você não terá uma vida muito fácil na hora de vencer as curvas dos circuitos. É preciso aprender a utilizar os freios e acelerar com cautela, caso contrário, você passará mais tempo na brita do que pisando fundo em busca das vitórias.

Essa característica apareceu na versão do título lançada no ano passado e os desenvolvedores parecem ter curtido a ideia. De quebra, quem não está acostumado com games de Fórmula 1 com certeza vai suar a camisa (ou o macacão, ahn? Ahn?) para pegar o jeito de controlar os carros.

Já para os mais profissionais, vamos dizer assim, os desafios do F1 2013 estão um pouco mais realistas. Apesar de pouco perceptíveis, alguns detalhes estão presentes. Você consegue notar que a reação do carro em determinados cenários parece mais real, algo que bate com as declarações da companhia, que diz ter investido em melhorias na física e na resposta dos comandos do jogo.

Brigando por posições

Por fim, ainda nesse quesito, vale lembrar dirigir os carros antigos dentro do game é algo totalmente diferente do que pisar fundo nas máquinas de 2013. Eles trazem um comportamento mais arisco, vencer as curvas é mais difícil e você sentirá na pele todo o trabalho que algumas lendas do esporte tiveram algumas décadas atrás.

Modos de jogo

Os modos de jogo apresentados pelo F1 2013 são praticamente os mesmos vistos na versão anterior do título. Algumas coisas, no entanto, ganharam melhorias e mudaram de nome. Existe agora o “Desafio da Temporada”, por exemplo, no qual você encara uma temporada de apenas dez corridas e tem a missão de bater um adversário específico dentro do grid – algo muito parecido com o anterior “Choose a rival” (“Escolha um Rival”).

Escolha como quer jogar

Os “Cenários” também vêm para agradar quem não quer encarar toda a jogatina de um modo carreira extenso. Aqui você é capaz de entrar em situações específicas dentro das corridas e fazer de tudo para cumprir os objetivos.

Há, por exemplo, a tarefa de você ganhar cinco posições em apenas três voltas para conseguir se sagrar campeão. Outro ponto que merece destaque é o fato de que agora você pode salvar a sua jogatina no meio de um evento, o que possibilita partidas mais longas.

Os modos multiplayer permanecem, incluindo a opção para que você dispute corridas desafiando algum amigo por meio do compartilhamento de tela. Quem também continua é o atraente modo carreira, ideal para os fãs que querem sair do anonimato e chegar ao título em até cinco temporadas.

Gráficos um pouco melhores

O F1 2013 mostra um visual melhorado em relação à sua versão anterior. Os decalques dos carros não parecem de papel e há mais efeitos de brilho nos veículos durante as corridas. De quebra, os circuitos se mostram ainda mais reais, trazendo muitos detalhes bem particulares de cada local.

Como não poderia deixar de ser, os carros e pistas clássicos se destacam nesse quesito. O visual do título se transforma, desde as informações na tela até o aspecto mais amarelado do “todo” que compõe a partida. Fora os patrocínios de fabricantes de cigarros (antigamente muito comuns), podemos dizer que os veículos foram recriados com maestria pelos desenvolvedores.

As feras voltaram

O F1 2013 é muito provavelmente o último título da franquia para a atual geração de consoles. Para fechar com chave de ouro essa “relação”, a Codemasters trouxe a cereja do bolo: carros, pistas e pilotos clássicos da Fórmula 1. Não que Vettel, Alonso e Hamilton não tenham os seus lampejos e encantos, mas compará-los com Nigel Mansell, Emerson Fittipaldi e Alain Prost é pura covardia!

Tá bonito!

Aqui, além de poder encarar essas feras, você também tem a chance de pilotar veículos clássicos – e que fazem parte da história da categoria. Tudo acontece em quatro pistas diferentes, com destaque para o lendário circuito de Brands Hatch, na Inglaterra.

Como dito acima, tudo assume um ar retrô totalmente diferente do ambiente “normal” do jogo. Além disso, a jogabilidade também é outra e os cenários apresentam desafios únicos, como ultrapassar o seu companheiro de equipe e vencer uma prova com um carro mais lento do que o dos adversários.

Poucas melhorias significativas

Os gráficos ganharam mais detalhes, a jogabilidade trouxe melhorias pontuais e há os modos clássicos de jogo, contudo, o F1 2013 parece mesmo ter atingido o limite dessa geração de consoles. Não há uma grande evolução de um título para o outro, e, caso você seja muito exigente com os novos lançamentos, poderá se decepcionar um pouco com o que pode encontrar por aqui.

Clássico, mas com gostinho de quero mais!

Os carros, pistas e pilotos do modo clássico são a grande novidade do F1 2013. Ao atender o clamor dos fãs, a Codemasters se mostra antenada no que o público deseja, porém também acaba ficando “no meio do caminho” na hora de agradar a gregos e troianos!

Coulthard – entrou porque é carismático!

Há apenas quatro circuitos, por exemplo. O número de desafios nos cenários também é pequeno e deixa a desejar. Além disso, em alguns casos, a mistura de veículos das décadas de 80 e 90 acaba deixando tudo muito estranho.

Outro ponto que merece destaque é a ausência de grandes estrelas da época. Podemos citar dois dos maiores pilotos da história da categoria como grandes exemplos: Nelson Piquet e, é claro, Ayrton Senna. E não pensem que a reclamação é bairrismo, pois a sua falta foi sentida por fãs de automobilismo do mundo todo. A Clássica McLaren vermelha e branca também ficou de fora.

Por isso, não há como não fazer algumas perguntas: será que a liberação dos direitos de alguns circuitos e pilotos realmente não aconteceu? O estúdio guardou essas cartas na manga para o próximo game? Ou será que algumas novas DLCs vêm por aí?

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