Análise de Mario vs. Donkey Kong 2: March of the Minis

Puzzles e muita diversão na companhia do carismático mascote da Nintendo.

Mario vs. Donkey Kong 2 é a continuação da versão lançado para o console Game Boy Advance, focada em uma pequena briga entre Mario e Donkey Kong. O grande destaque é o uso do sensor de toque para executar todas as ações. Nesta versão,  Mario está disponível como uma série de "MiniMarios" de brinquedo.

Mario e o exército de minibrinquedos

Como sempre, as histórias dos jogos do Mario sempre são bem simples e meigas mas continuam atraindo muita gente. Aqui a cena é a parecida: tudo começa num dia de festa, onde estão sendo promovidos brinquedos do Mario, Donkey Kong, Peach e outros para toda a população.

No palco principal aparece Mario com uma nova amiguinha, Pauline, uma heroína do antigo Donkey Kong para Arcade. Donkey Kong não resiste ao ver essa nova amiguinha e se apaixona à primeira vista. Então chega a hora em que Pauline vai pegar um dos brinquedos para dar um beijo. Só que ela pega justamente o do Mario primeiro, o que deixa o gorilão furioso a ponto de raptá-la, saindo correndo para o último andar do prédio à lá King Kong. Agora cabe a Mario salvá-la com a ajuda do seu exército de brinquedos.

O jogo possui 8 mundos, cada um com 9 fases, um mini-game e um chefe, que por acaso, é sempre o Donkey Kong. Para quem já experimentou Lemmings, a adaptação aqui será bem fácil, pois a maioria das ações são parecidas com uma diferença: não há opção para construir. 

Os controles são baseados nos comandos através da tela sensível ao toque em ações como andar, pular e parar. Por exemplo, para andar, basta arrastar a caneta em cima do mini-Mario no sentido desejado; para parar, é só clicar em cima dele; para pular, basta fazer um movimento de baixo para cima passando pelo personagem. Também é possível interagir com objetos no cenário, como elevadores, alavancas, roldanas, etc.

A grande diversão está nas medalhas

O principal desapontamento com o jogo é a sua duração. Basta concluir um número mínimo de fases para habilitar os chefes e seguir em frente, contudo alguns itens de bônus, naturalmente, ficam de lado. As fases em si são bem fáceis, para findá-las basta levar pelo menos um dos mariozinhos ao fim. 

Há prêmios de acrodo com a sua performance em medalhas de bronze, prata e ouro. Adquirir a medalha de bronze e prata é fácil. Já a medalha de ouro é a mais complicada, requerendo um certo estudo para traçar combos e definir uma estratégia para chegar com os minis no final da fase.

Uma das poucas conversões 2D/3D que deram certo

Mario vs. Donkey Kong 2: March of the Minis  é um jogo de plataforma ao velho estilo imortalizado pela Nintendo, retocado com um toque moderno, contrariando os muitos títulos que migraram de uma plataforma 2D para 3D que acabaram sendo um tremendo fracasso.

As músicas e efeitos sonoros não fogem ao costumeiro no mundo do Mario, tendo no máximo uma pequena variação de ritmo. Sem dúvida, o game cai bem naquelas horas de descanso ou para passar um tempo, como intervalos e hora de almoço. Recomendado para quem procura algo mais leve e sem muito compromisso.

74 ds
Bom