Power Gig: Rise of the SixString
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16/09/2010

Todas as 70 músicas para Power Gig são reveladas

Power Gig: Rise of the SixString, assim como Rock Band 3, serão as maiores inovações do gênero musical na indústria dos video games. A proposta é oferecer um periférico que de fato é uma guitarra (a qual inclusive pode ser ligada a um amplificador) e o jogador que dominar as maiores dificuldades do jogo também se tornará um guitarrista de verdade.
Todas as 70 músicas para Power Gig são reveladas

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Ficha Técnica
Data de lançamento 05/10/2010
Classificação Classificação pendente
Desenvolvedora Seven 45 Studios
Distribuidora Seven 45 Studios
Número de jogadores 0-0
Sobre

Embora se baseie em um esquema de jogabilidade não muito diferente do que se vê em outros games rítmicos, Power Gig: Rise of the SixString consegue o seu diferencial pendurando uma guitarra real nos ombros dos jogadores. Exatamente. Em vez das clássicas guitarras “wannabe” plásticas com botões coloridos, Power Gig entrega no pacote um instrumento absolutamente operacional tanto dentro do jogo, quanto plugado em um amplificador.

Dessa forma, uma vez que você esteja cansado de tentar produzir os próprios “riffs”, basta sincronizar o instrumento com o console, e tentar a sorte com um esquema bastante clássico de jogabilidade. A diferença é que, em vez de botões, o padrão de cores aqui vem nas casas da guitarra — uma área para solos, outra para bases, tal qual o periféricos mais recentes da concorrência.

Embora a jogabilidade básica não traga grandes inovações, Power Gig traz outra inovação juntamente com a sua diminuta guitarra. Trata-se do “modo acordes” (chording mode, no original em inglês). Aqui, as notas não vêm apenas com cores, mas também numeradas. A ideia é produzir acordes reais em vez de simples combinações de cores.

Power Gig: Rise of the SixString faz ainda o seu diferencial em um modo carreira bastante particular. Trata-se de um universo inteiramente novo, com políticas, mitologia, leis, herói e vilões próprios. A história aqui deve tratar, entre outras coisas, do “poder transformador do rock n’ roll”, em um lugar onde “tudo é controlado por música”.

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