Os 10 maiores mistérios de World of Warcraft

Os 10 maiores mistérios de World of Warcraft

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World of Warcraft é um dos mundos mais completos e bem trabalhados dos video games, envolvendo um enredo que iniciou no primeiro jogo da série, lançado lá em 1994 para PC, e completamente expandido no MMORPG mais famoso do mundo. Mesmo diante de uma história extensa e conectada, as terras de Azeroth e além não deixam de esconder alguns segredos que nunca foram revelados dentro do jogo.

Pensando nesses questionamentos nunca respondidos, o canal do YouTube TheDDGuides selecionou os dez mistérios mais interessantes do jogo em um vídeo em inglês, que você confere logo abaixo. E, pensando nesse universo com uma história tão vasta, separamos cada um dos segredos em uma lista contextualizando cada um dos mistérios. Preparados?

10. A misteriosa descoberta dos anões

No movimentado continente de Kalimdor há uma pequena mina localizada em Bael Modan. Quando um jogador da Aliança conversa com um dos anões do local, ele diz sem cerimônias algo intrigante. “Vá embora. Antes do Cataclisma chegar, nós encontramos algo. Desenterramos algo que deveria ficar debaixo da terra. Reze para o que você acredita para que o desmoronamento tenha sido o suficiente para mantê-lo lá embaixo.”

Em determinado momento da história, os anões do local cavaram tão fundo a ponto de liberar os espíritos da terra, mas será que foi exatamente isso que eles mencionavam com tanto temor? Rumores dizem que os deuses antigos estão enterrados por toda a Azeroth, então será que as escavações realmente encontraram algo sobre esses seres supremos da antiguidade?

9. O ritual das dragoletas

Perto das Clareiras de Tirisfal se expande a Floresta dos Sussuros, um denso bosque onde vivem ursos e outros animais silvestres. Mas por lá habitam também um grupo de dragoletas com um hábito muito... Peculiar.

De tempo em tempos, elas se reúnem em torno de um círculo de cogumelos e iniciam um ritual mágico, cantando e canalizando raios de luz no centro da circunferência. Subitamente o evento acaba e as dragoletas vão embora, voltando depois de algumas horas para realizar o mesmo procedimento.

Há muitas teorias relacionando esse evento com o Sonho Esmeralda, uma espécie de mundo espiritual governado pelo dragão Ysera. Pela conexão mística dos pequenos dragões com o plano extraterreno, é bem possível que essa relação seja válida. Para aumentar o suspense, os desenvolvedores comentaram que debaixo da floresta há algo extremamente perturbador. Sinistro!

8. A ausência de ogras no jogo

Os ogros sempre estiveram presentes por Azeroth, apesar de desempenharem um papel muito mais neutro frente à todas as guerras pelos continentes. Dentre as passagens da raça no jogo, os jogadores notaram que não há a aparição do sexo feminino, embora algumas ogras tenham sido citadas por World of Warcraft.

Seria um esquecimento da Blizzard?

7. A enorme cobra de Gun’Drak

No gélido continente da Fenda do Norte, os trolls de gelo de Zul’Drak estabeleceram uma capital conhecida como Gun’Drak. Por lá também há um calabouço com elementais de água, trolls e serpentes, mas um pequeno detalhe intriga qualquer guerreiro: uma cauda enorme de cobra que se estende por uma das áreas do local.

O detalhe é que ninguém sabe que criatura é aquela escondida na caverna, já que não há outro animal com as mesmas características da cauda presente pelo cenário. Os desenvolvedores comentaram que adicionaram a serpente para depois trabalhar com ela, mas parece que eles a esqueceram por lá desde que Wrath of the Lich King foi lançado.

6. O sumiço de Alleria e Turalyon

WoW Wiki

A elfa Alleria Windrunner e o paladino Turalyon foram dois personagens que apareceram muito durante a história de Warcraft II, mas o casal acabou se perdendo na catástrofe que ocorreu em Draenor durante a Segunda Guerra. Enquanto outros heróis daquele tempo são encontrados vivos por World of Warcraft, os dois permanecem desaparecidos desde então.

Na terceira expansão, há um pequeno texto durante o jogo que reforça a misteriosa situação dos dois, comentando que “ninguém viu Alleria ou Turalyon nos últimos anos”. Talvez a chegada de World of Warcraft: Warlords of Draenor nos traga algumas pistas sobre o destino dos dois guerreiros desaparecidos da Aliança...

5. O destino do Deus da Água

Em uma das (várias) missões do jogo, você segue até o fundo dos mares para ajudar o Elemental Supremo da água, Neptulon, combatendo por fim o kraken primordial Ozumat. No final da briga, o deus dos mares é levado junto com seu adversário, deixando no ar o que realmente aconteceu com os dois depois daquele evento.

4. Os fragmentos de Frostmourne

Renders Graphics

A lendária espada do Rei Lich, portada durante a história pelo ex-paladino Arthas Menethil, foi forjada para tomar posse da alma das pessoas e daria o poder necessário para o príncipe dos humanos liderar a legião dos mortos-vivos. No fim de Wrath of the Lich King, Frostmourne é quebrada em vários fragmentos, mas ninguém sabe para onde esses pedaços foram levados.

Bom, levando em conta o tamanho do poder da espada, é bem provável que alguém possa tê-la trancado em um lugar seguro ou tentado recuperar o poder dela, não?

As possibilidades giram em torno de alguns personagens conhecidos, como a rainha banshee Sylvanas Windrunner recolhendo os fragmentos para si ou o herói humano Tirion Fordring guardando cuidadosamente a espada que antes o ameaçava. A maga Jaina Proudmoore também poderia ter guardado Frostmourne para relembrar a queda de seu amado, mas nada foi confirmado pela Blizzard (infelizmente!).

3. Illidan irá voltar?

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Ao lado de Arthas, Illidan é um dos antagonistas mais conhecidos de toda a série Warcraft. Além de brigar com o ex-paladino em Warcraft III: Reign of Chaos pela posse da Frostmourne, ele ressurge em World of Warcraft: The Burning Crusade como o grande chefe do Templo Negro, sendo finalmente morto pela equipe de guerreiros que o desafia.

No entanto, um dos diretores comentou que Illidan será ressuscitado e voltará para cumprir um novo objetivo na franquia. O grande problema é que isso foi dito há quatro anos atrás, deixando os fãs na dúvida se verão novamente o elfo mais demoníaco da série.

2. O desaparecimento de Tyr

O guardião titã Tyr foi o responsável por tomar conta de Azeroth, saindo dos calabouços de Ulduar para residir no Templo da Ordem, mas deixando o lugar durante a rebelião de Loken. Enquanto os demais titãs podem sem encontrados pelo jogo, Tyr some sem deixar vestígios, deixando para trás a lenda de sua épica batalha ao lado dos dragões contra a tremenda ameaça de Galakrond.

E o questionamento final é simples: para onde ele foi? Talvez seja um assunto que pode ser tratado nas próximas expansões – afinal, não é tão fácil um titã com tamanho impacto na história sumir assim, concorda?

1. O lugar que ninguém pode entrar

Na parte norte das Terras Pestilentas Orientais há uma área que não se pode entrar, sendo oculta do próprio mapa de navegação do jogo por uma névoa misteriosa. Quando os jogadores tentam ultrapassar os limites voando em suas montarias, uma barreira invisível os impedem imediatamente de avançar.

Algumas hipóteses apontam que este local seja referente à antiga capital de Lordaeron, Stratholme, mas muitos questionam que a área oculta é muito grande para ocupar uma única cidade. Embora seja possível visitar a capital, uma pequena parte de sua região permanece impossível de ser acessada pelos meios comuns, questionando o que realmente é aquele lugar e quando ele estará disponível para todos entrarem.

Este e outros mistérios de World of Warcraft podem ser esclarecidos com a próxima expansão, marcada para sair nesse segundo semestre para PC. Com uma volta no tempo para o continente de Draenor, é bem possível que a história sofra grandes reviravoltas e solucione o suspense de cada um dos itens da lista – ou, se depender da Blizzard, criar ainda mais segredos para enlouquecer os fãs.

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