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A difícil reconstrução da Infinity Ward

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A desenvolvedora Infinity Ward tem passado por maus bocados. De fato, trabalhar em Modern Warfare 3 após a saída dos cabeças Jason West e Vince Zampella no início de 2010 trouxe “tempos extremamente difíceis”, conforme colocou o produtor do game, Mark Rubin, ao site Eurogamer. Ao todo, 46 empregados deixaram a companhia após as demissões de West e Zempella por “quebra de contrato e insubordinação”.

Quando perguntado pelo referido site sobre como a Infinity Ward conseguiu se reerguer, Rubin soltou: “álcool!”. Logo em seguida, o executivo admitiu: “foram tempos realmente difíceis para todos nós. Eu estou certo de que vocês podem imaginar”. A maior parte dos empregados que deixaram a companhia eram contratados de longa data, incluindo o programador Jon Shiring, o designer Mackey McCandish, o engenheiro de software Francesco Gigliotti e o designer-chefe Todd Alderman.

De qualquer forma, Rubin afirmou que boa parte do núcleo que trabalhou nos títulos de Call of Duty e Modern Warfare permaneceram no estúdio. “Nós não perdemos ninguém da equipe de áudio, e poucos artistas e animadores nos deixaram”, afirmou. “De fato, um número surpreendende de empregados permaneceu conosco, permitindo que nós mantivéssemos todo o conhecimento institucional que desenvolvemos como estúdio.”

Conforme lembrou o Eurogamer, os comentários do executivo ecoaram o que havia sido dito pela Activision no ano passado, garantindo que boa parte dos “talentos comprovados” havia permanecido. A despeito disso, West e Zempella mantêm um processo contra a Activision exigindo pagamentos devidos, assim como mais 38 ex-empregados da Infinity Ward, que exigem entre US$ 75 milhões e US$ 125 milhões em indenizações, alegando bonificações não pagas por Modern Warfare 2. Enfim, os tempos difíceis ainda deixam lembranças.

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