Voxel

Ação em Dead Space era um mal necessário, afirma roteirista

Último Vídeo

Img_normal
Por mais que Dead Space 3 tenha agrado boa parte dos fãs da franquia mesmo com a adição de um polêmico modo cooperativo, isso não aconteceu sem um preço. Muitos jogadores reclamaram que a série deixou de lado o tradicional terror para investir em algo mais voltado para a ação. E ainda que muita gente não tenha gostado disso, a Visceral acredita que se trata de “um mal necessário”.

Em entrevista ao site NowGamer, o roteirista do primeiro Dead Space, Antony Johnston, explica que essa mudança foi uma necessidade para que o game atingisse um número maior de jogadores. Segundo ele, o universo criado para a saga de Isaac Clarke sempre foi grandiosa e, a cada sequência, era preciso ampliar um pouco mais as possibilidades para que tudo chegasse ao nível épico pretendido.

Img_normal
Johnston conta que, mesmo com as críticas, a Visceral teve de focar mais na ação exatamente para evitar que o game caísse em um mais do mesmo. Para ele, sem isso, tanto Dead Space 2 quanto o terceiro título seriam o mesmo jogo de terror em uma nave abandonada, sem nenhuma evolução significativa.

Por outro lado, o roteirista diz ser um grande fã do Survival Horror clássico e que, por essa razão, ele quis tanto trabalhar no primeiro Dead Space e, consequentemente, ficou de fora das sequências. Segundo ele, é muito difícil equilibrar terror e ação em um jogo e que, mesmo de fora, ele admira o fato de a Visceral ter feito isso tão bem em seus jogos.

Fonte: NowGamer

Você sabia que o Voxel está no Facebook, Instagram e Twitter? Siga-nos por lá.