Assassin’s Creed Unity distorceu o cenário da Revolução, diz ex-ministro

Assassin’s Creed Unity distorceu o cenário da Revolução, diz ex-ministro

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A série Assassin’s Creed costuma se apoiar em alguns eventos históricos para construir o seu enredo. Assassin’s Creed Unity, por exemplo, está associado à Revolução Francesa, algo que poderia encher de orgulho os habitantes daquele país. Porém, parece que não é bem isso que está acontecendo. 

Para algumas pessoas, como Jean-Luc Mélenchon, ex-ministro francês, o jogo distorce os fatos e acaba trocando os papéis de determinados personagens, como Maximilien de Robespierre, que no jogo aparece como um dos líderes da revolução e executor de seus inimigos. 

“O homem [Robespierre] foi nosso libertador num determinado momento da revolução, porque a revolução durou muito tempo, e [no jogo] ele é apresentado como um monstro. Ele [o jogo] é uma propaganda contra as pessoas, pessoas que são [mostradas como] bárbaras e selvagens sanguinárias. Em 1789 [por exemplo] havia os aristocratas pobres, e eles são apresentados como pessoas boas e finas”, comentou Mélenchon em entrevista a um programa de rádio francês. 

Outra personagem que, segundo o ex-ministro, não aparece corretamente no jogo é Maria Antonieta, que ele classifica como “uma cretina que é retratada como uma coitada rica” e que, na verdade, tentou comprar políticos para salvar sua pele. 

Por fim, ele também disse que Unity “apresenta uma imagem de ódio da Revolução [Francesa] e das pessoas” – o que, ao que tudo indica, não foi exatamente o que aconteceu.

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