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[ATUALIZADO] Batman: Arkham City: Hugo Strange conversa com Coringa e Pinguim

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Como parte da divulgação de Batman: Arkham City, a Warner Bros. divulgou gravações nas quais o Dr. Hugo Strange, o psiquiatra do asilo Arkham, analisa o Coringa, um dos principais vilões do game. Confira a tradução:

Coringa: Alô, tem alguém aí? Sem senso de humor... Do tipo forte e silencioso né? Acha que está seguro atrás dessa máscara? Dê-me 20 minutos e um abridor de latas e te faço chorar como uma colegial. Você pode gostar.

Hugo: É o bastante, paciente. Guarda, deixe-nos.

Guarda: Sim, senhor.

Hugo: Boa tarde, meu nome é Professor Hugo Strange. E você é?

Coringa: Duas-Caras? Mulher-Gato? (risos) Batman!

Hugo: Podemos brincar por quanto tempo quiser.

Coringa: Ótimo! Adoro jogos!

Hugo: Você não vai gostar aqui, nas minhas instalações. Estou te oferecendo uma oportunidade para um acordo. Sei de sua condição. Você não tem muito tempo, mas posso tornar seus últimos dias aqui mais confortáveis.

Coringa: E o que eu tenho que te dar em volta?

Hugo: Quero te estudar. Quero saber por que você é como é.

Coringa: Não tenho muito tempo, doutor. Você vai precisar de mais do que artimanhas de psicólogo para entender o que há de errado comigo.

Hugo: Oh, tenho muito mais do que isso. Muito mais. Então temos um acordo?

ATUALIZAÇÃO: Uma gravação, nos mesmos moldes, também foi divulgada e tem o Pinguim como “entrevistado”. Confira a tradução:



Pinguim: Strange, não acredite que me venceu.

Strange: Só achei que ambos poderíamos nos beneficiar de uma conversinha, Sr. Cobblepot.

Pinguim: Não venha com essa besteira de psicologia pra cima de mim, Strange. Não sou como os outros loucos.

Strange: Claro que não. Afinal de contas, vamos considerar os desafios que você enfrentou.

Pinguim: Desafios? Que droga de desafios? Você não é melhor do que eu. Ninguém é. Eu sou dono desse lugar.

Strange: Para ser claro, eu te dou certas liberdades, mas, vamos continuar. Por que você tem a necessidade de possuir alguma coisa? Acredito que seja um mecanismo para compensar por alguma inadequação de infância. Você era amigo dos Waynes, certo?

Pinguim: Era. Até que alguém fez um favor ao mundo e explodiu os miolos dos pais certinhos do Wayne. Eu ri por semanas. Isso ainda me traz um sorriso.

Strange: E você acha que isso é bom?

Pinguim: Bom? Não, não acho bom. Acho histérico! (risos) Aquela família destruiu a minha. O que aconteceu com eles, bem, não podia ter acontecido com alguém melhor.

(corte)

Strange: Sente-se, Sr. Cobblepot.

Pinguim: O que é agora, Strange?

Strange: Quero falar sobre seu ódio aparente pelos Waynes. Seu estouro na última vez foi bem interessante.

Pinguim: É simples, na verdade. Não gosto do maldito. Se achando o poderoso só porque alguém matou mamãe e papai.

Strange: A maioria das pessoas o vê com simpatia.

Pinguim: Não, não veem. São invejosos. Têm inveja do dinheiro dele, dos carros, das mulheres. Ele perdeu minha simpatia quando sumiu da cidade. Não sei dizer o quanto espero que ele esteja visitando a mãe e o pai dele.

Strange: Para onde você acha que ele foi?

Pinguim: Como devo saber?

Strange: Vamos em frente, então.

Pinguim: Não. É hora de você fazer algo por mim.

Strange: E o que é?

Pinguim: Aqui está uma lista.

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