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BioShock Infinite poderia ter sido mais longo e tido como cenário a época do Renascimento

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Fonte: Reprodução/All Games Beta

Para que conflitos fossem evitados entre as histórias, os gráficos e até mesmo as tramas dos games Assassin’s Creed 2 e BioShock Infinite, a Irrational Games precisou tomar uma decisão importante. Com o lançamento “prematuro” do jogo protagonizado pelo assassino Ezio Auditore, ambientar BioShock Infinite na época do Renascimento tornou-se inviável.

O conceito inicial, de acordo com Bill Gardner, um dos produtores da Irrational Games, era dar ao jogo uma atmosfera mais antiga – e não a atual, que se passa no começo do século XX. A mudança na ambientação do game ocorreu seis meses após o início da produção de BioShock Infinite devido ao rápido lançamento de Assassin’s Creed 2. “Eles foram mais rápidos”, comentou o produtor em entrevista ao site Polygon.

Gardner disse também que se uma contagem fosse feita de todo material descartado inicialmente, possivelmente cinco ou seis jogos poderiam ser facilmente feitos. “Cortamos material suficiente para fazer cinco ou seis games completos. É preocupante. Dói quando você precisa descartas os seus bebês. Mas, no final de tudo, o importante é se concentrar no produto final”, revelou.

E, ainda sobre o desperdício de material digital feito, o produtor desabafa: “Um ano depois o público não iria mais se importar e, eventualmente, você também não ligaria mais para isso”.

BioShock Infinite tem lançamento previsto para o dia 26 de março deste ano e estará disponível para PC, PS3 e Xbox 360. Para visualizar algumas imagens do game, confira a galeria de imagens a seguir.

Fontes: Polygon e Game Informer

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