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TCG jogou: adaptação é essencial em Assassin’s Creed Unity [vídeo]

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O lançamento em ritmo anual dos jogos da série Assassin’s Creed é algo que, embora agrade muitos fãs da franquia, fez com que outros tantos acabassem se cansando da fórmula empregada até então nos títulos. Para eles, as mudanças introduzidas ou não foram o bastante para justificar o espaço curto entre um game e outro, ou então simplesmente serviram para afastar os títulos cada vez mais de sua proposta inicial: a de ser um assassino silencioso e letal.

No entanto, a Ubisoft resolveu fazer da entrada da série na última geração de consoles a oportunidade perfeita para reformular as mecânicas já desgastadas dos episódios, tornando Assassin’s Creed Unity ao mesmo tempo um retorno às origens e um ponto de inovação. Aproveitando que o jogo está disponível para testes na BGS deste ano, a equipe do BJ foi conferir se o jogo realmente se mostra tudo aquilo que foi prometido.

Na demonstração, jogamos a missão já exibida pela empresa anteriormente, em que o protagonista Arno Dorian tem que executar sua primeira missão como um assassino formado. Prontamente somos então lançados dentro da falada “Caixa Preta” de Unity, com uma série de objetivos que podem ou não ser executados e que têm grandes efeitos sobre o desenrolar de suas ações para alcançar seu alvo.

Parkour, adaptação, combate e morte

Ao partir para explorar os arredores da catedral de Notre Dame, percebemos logo de início a diferença entre o novo esquema de controle para o parkour. Agora com botões dedicados para a subida e a decida dos cenários, a movimentação do herói fica bem mais dinâmica e visualmente impressionante que nos jogos anteriores. No entanto, isso vem com a necessidade que os jogadores mais antigos na série se adaptem ao sistema, o que pode causar algumas trapalhadas.

Durante o teste, tivemos a chance de encarar também o sistema de batalha para testar se realmente o nível de dificuldade subiu tanto quanto o prometido. Em um primeiro momento, enfrentamos três inimigos em um espaço aberto e, como nos outros AC, os despachamos sem sofrimento. A coisa mudou de figura, no entanto, ao combatermos seis guardas em um espaço fechado: Arno foi trespassado pelas costas antes que sequer víssemos de onde veio o golpe.

As novidades se somam ao novo sistema de furtividade para criar uma experiência realmente diferenciada da série e o ambiente sangrento da Revolução Francesa só contribui para um jogo que promete ser divertido e imersivo tanto para fãs da série quanto para quem está começando. Confira o vídeo com o gameplay acima e deixe sua opinião nos comentários. 

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