TCG jogou: Smite mistura elementos de MOBA e combates dinâmicos em arena

TCG jogou: Smite mistura elementos de MOBA e combates dinâmicos em arena

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Enquanto muitos desafios atraem a atenção de boa parte dos visitantes da XMA – 2nd Round, aqueles que buscam novidades também encontram o seu campo com títulos inéditos. Um deles, por exemplo, é Smite, game produzido pela Hi-Rez (que trabalhou anteriormente em Tribes: Ascend) e que, agora, integra o catálogo de jogos da Level Up!. 

Com elementos de MOBA e combates dinâmicos em arena, Smite vem como uma aposta para aqueles que desejam se aventurar em jogos nos quais a estratégia é importante, mas onde aqueles que gostam de avançar e atacar os oponentes sem compromisso também podem se divertir (ainda que isso não garanta a eles uma vida longa, claro).

Deu a louca nos deuses 

Desde tempos passados, a civilização humana sempre buscou apoio em seres capazes de garantir alguma segurança ou ajudar em momentos de crises. Foi assim que muitos deuses surgiram (ou tiveram seus nomes difundidos entre as nações), e davam prova de seus poderes cada vez que mais e mais preces eram direcionadas a eles. 

Porém, apenas rezar não garantiria a existência deles, já que várias catástrofes passaram a abalar a fé de muitas pessoas – e, para seres tão poderosos, isso só poderia significar duas coisas: ou o seu trabalho não estava sendo bem feito ou algum concorrente estava sabotando tudo aquilo que ele havia construído na tentativa de angariar mais seguidores. 

Era o cenário perfeito para a confusão: enquanto alguns deuses acreditavam que a única forma de reconquistar seus seguidores era em batalha, outros achavam mais fácil eliminar aqueles que não acreditavam mais em suas existências. Em meio a estes, também havia aqueles que estavam se divertindo com a situação e não se importavam com o resultado, gerando o cenário perfeito para o início de uma grande batalha entre as divindades na Arena dos Deuses. 

Com que deus eu vou? 

Diferente de outros jogos de combate em arena, uma coisa que chama a atenção em Smite é a quantidade de personagens disponíveis para seleção. Há mais de 50 opções para escolher, todas elas divididas em cinco categorias (ou classes): Mago, Caçador, Assassino, Guardião e Guerreiro. 

Também há uma divisão entre os tipos de divindades, que aparecem em sete panteões diferentes: Grego (tendo representantes como Apolo, Atena e Zeus), Hindu (com nomes como Agni e Rama), Egípcio (apresentando um grupo com Ísis, Anúbis, Osíris e outros), Romano (onde vemos Baco, Hércules e Mercúrio), Maia (que agrupa Chaac e Kukulkan, por exemplo), Chinês (contando com Guan Yu e Chang’E entre seus representantes) e Nórdico (representado por divindades como Odin, Thor e Loki). 

É após escolher um deles que você segue para os combates em modalidades como Conquista (com a mesma dinâmica vista em títulos como League of Legends e DotA 2), Arena (para aqueles que gostam do PvP mais puro) e Cerco (que suporta times com quatro jogadores e tem como diferença a possibilidade de invocar monstros chamados Jaganatas para atacar estruturas importantes do adversário).

E o que nós achamos do jogo? 

Tivemos a oportunidade de participar de algumas partidas de Smite, e o que ficou claro é que a Hi-Rez conseguiu um bom equilíbrio entre MOBA e combates de arena. Enquanto deste temos todas as dinâmicas de confrontos que muitas vezes acabam em até 10 minutos nos modos convencionais, do primeiro temos elementos como personagens auxiliares, possibilidade de comprar itens enquanto está na base e de evoluir o personagem apenas durante a batalha. 

Também percebemos que, em determinadas situações, alguns personagens possuem certa vantagem contra outros. Loki, por exemplo, é capaz de usar uma habilidade para se esconder e depois surpreender o oponente com alguns ataques, muitas vezes não oferecendo tempo para que classes mágicas, por exemplo, se recuperem. Porém, ele deixa sua guarda aberta para oponentes de ataque à distância, que podem dizimar personagens do tipo rapidamente – claro, desde que um guerreiro mais forte não se aproxime muito. 

Tudo isso faz com que o jogo tenha um verdadeiro confronto no estilo “pedra, papel e tesoura”: não há um personagem mais forte ou superior. No fim das contas, o mais importante é explorar as forças e fraquezas dos combatentes e tirar vantagem disso nos confrontos. Afinal, todos são deuses e merecem ser respeitados em qualquer situação.

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