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Black Ops se prepara para invadir os video games

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Call of Duty: Black Ops é um dos lançamentos mais aguardados do ano, todavia analistas já da Cowen & Company acreditam que o título deve vender menos do que Modern Warfare 2.

Segundo Doug Creutz, da Cowen & Company, a nova edição da franquia deve faturar 10% menos do que seu predecessor, Call of Duty: Modern Warfare 2, e sugere que a Activision estude cuidadosamente suas estratégias de marketing e gerenciamento.

Alheio as previsões de Creutz, o chefão da Activision — Bobby Kotick — está empenhado em promover o título e acredita que Call of Duty: Black Ops baterá o recorde estabelecido por Modern Warfare 2, o de jogo com a estreia mais lucrativa.

Enquanto isso, outras novidades agitam o mundo de CoD, a mais recente vem direto da Treyarch, desenvolvedora de Black Ops. Segundo a empresa a nova edição da franquia contará com os mesmos quatro níveis de dificuldade presentes em praticamente todos os jogos da série: Recruit, Regular, Hardened e Veteran.

Img_normalComo de costume o jogador passa por uma breve sequencia de treinamento para determinar a dificuldade mais adaptada as habilidades do jogador. Feita a escolha você embarca nas missões, entretanto, agora você poderá mudar a dificuldade a qualquer momento.

Assim, você pode começar em um nível mais difícil e se as coisas esquentarem demais poderá baixar a “temperatura” e mudar para um nível mais acessível. O sistema já causa controvérsia, pois não foi especificado como ele funcionará dentro do jogo.

Fãs puristas acreditam que jogadores menos “qualificados” poderão burlar o jogo e terminar a campanha na dificuldade mais elevada mesmo tendo jogado todos os estágios no nível mais fácil.

Outro ponto que causa comoção entre os usuários é a onda de censura e restrições a Call of Duty: Black Ops. Depois de a Alemanha confirmar que censuraria várias partes do jogo, agora é o Japão que revela modificações no jogo para que este cumpra as condições da CERO — organismo de classificação etária dos jogos no Japão.

Mas sem sombra de dúvida o ponto de maior divergência entre os jogadores reside nas declarações do diretor de marketing e entretenimento da divisão Xbox, Stephen McGill. Segundo o executivo é “obvio que o Xbox 360 é o melhor console para se jogar Call of Duty: Black Ops”.

"Obviamente todos sabem que o melhor lugar para se jogar Black Ops é no Xbox 360.”

Vale lembrar que durante a última Electronic Entertainment Expo a Microsoft anunciou uma parceria com a Activision garantindo a exclusividade temporária de todos os futuros pacotes de conteúdo adicional da série Call of Duty. Além disso, a Activision parece ter “esquecido” de colocar a logo do PlayStation em vários pôsteres promocionais de Call Of Duty: Black Ops.

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Mas algumas pessoas não estão nem um pouco preocupados com toda esta comoção. Isso porque um grupo de homens armados com pistolas semiautomáticas invadiu um shopping e roubaram mais de 100 cópias do jogo.

Os ladrões invadiram a loja Gamestop do shopping Bel Air — em Maryland, nos Estados Unidos — e levaram dinheiro, consoles e quatro caixas com mais de 100 unidades do jogo Call of Duty: Black Ops.

Para fechar a megasseção Call of Duty, já estão circulando os primeiros comentários sobre o desempenho de Black Ops no Nintendo Wii e eles não são nada promissões. Aparentemente os gráficos estão ótimos, se o jogo fosse para o PlayStation Portable.

Segundo um usuário do fórum NeoGAF o jogo está horrível, porém a jogabilidade é excelente. Os níveis iniciais são os piores e visualmente falando Black Ops está pior do que Word at War. Entretanto, o mesmo usuário faz questão de apontar que os gráficos melhoram um pouco nas fases finais e que a jogabilidade é ótima; tão boa quanto a de GoldenEye 007.

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