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Black Squad, FPS gratuito, chega oficialmente ao Brasil com ideias bacanas

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Você já ouviu falar de Black Squad? Bom, eu não conhecia até poucos dias atrás. O Voxel foi convidado pela assessoria de imprensa do game para jogar uma partida de airsoft (mais sobre isso depois) e conhecer o FPS de sucesso – e gratuito, diga-se de passagem – que está chegando ao Brasil oficialmente agora.

O jogo está em desenvolvimento há um bom tempo pela NS STUDIO, uma empresa coreana, e tem como objetivo entregar uma experiência balanceada e divertida para fãs de um bom multiplayer FPS. Essa descrição é um pouco genérica, mas há um diferencial aqui: a forma como ele faz isso sem cobrar nada.

O que é o game?

Indo direto ao ponto, Black Squad é um FPS gratuito feito na Unreal Engine 3 que está em acesso antecipado na Steam neste momento. A ideia é misturar mecânicas de Counter-Strike e Call of Duty (nesse último, podemos ver algumas semelhanças na velocidade do movimento do personagem e a opção de mirar) em uma experiência estritamente multiplayer.

O game está há três anos em desenvolvimento (um tempo considerável) e estreou no meio do ano passado na loja da Valve, mas ainda está em Early Access. Ok, até aí tem algumas diferenças no mercado, mas qual é o grande diferencial? Afinal, de acordo com os dados da empresa, dos 6,6 milhões de usuários que jogam o game, o país campeão de acessos é o Brasil, com 16%. A resposta é fácil: o sistema de progressão gratuito.

ABlack Squad

Sim, há games free to play no mercado com propostas bem semelhantes, mas aparentemente Black Squad realmente faz bonito e não beneficia os jogadores que optam por investir dinheiro real na plataforma. Segundo o diretor da NS STUDIOS, todas as armas e outros itens desbloqueáveis podem ser conquistados com o dinheiro in-game, ou seja, com o que você ganha nas partidas.

Isso parece algo que qualquer empresa diria para beneficiar o seu produto, mas parece que a proposta é realmente levada a sério por aqui (explicarei mais abaixo).

Black Squad chegou oficialmente ao Brasil

Black Squad possui suporte a 12 idiomas, incluindo o português, e conta com um pico médio de 13 mil usuários simultâneos e 100 mil acessos diários. Estamos falando de um game grande, com bastante gente jogando ao mesmo tempo. Considerando que 16% de todo o público do game é brasileiro, nada melhor do que operar oficialmente no Brasil, não?

Não entenda mal: o jogo já podia ser jogado em terras tupiniquins desde o ano passado (já que oferecia o português como idioma suportado), mas agora a empresa está mais próxima do público. E o que isso significa? Basicamente, os jogadores daqui poderão esperar algumas coisas extras (como possíveis eventos) e mais atenção da companhia.

A

“Queremos estar mais próximos de nossa maior comunidade e consolidar o Black Squad como o melhor FPS militar no Brasil, uma vez que o jogo tem todas as características que o público brasileiro gosta”, afirma Moon IL Lee, Diretor da NS Studio.

Uma das novidades é o Discord, que serve para que os jogadores enviem feedbacks. Com a intenção de melhorar continuamente o jogo e ouvir a opinião da comunidade de todas as regiões, o Black Squad dispõe de um canal oficial na plataforma para que os usuários possam se comunicar diretamente com a equipe de do game. Ou seja: parece que o game tem um suporte legal.

Ok, a ideia está clara! Mas o que a comunidade acha?

Falar é fácil. A própria empresa falar bem e vender seu peixe é mais fácil ainda. No final das contas, o que importa é o que os jogadores acham, não é mesmo? Durante o evento que o Voxel foi, tivemos a chance de bater o papo com Pedro Henrique, um jogador de Black Squad desde o começo do game.

O que o Pedro Henrique comentou é animador: além de ser bem-feito e ter um ritmo bem agradável (ou seja, a velocidade das mecânicas que formam o gameplay), ele realmente é honesto em sua proposta de ser gratuito. Dá para jogar tranquilamente (e sem destavantagens) sem ter que colocar dinheiro no game (algo que é reservado mais para itens cosméticos).

A

Claro, o jogo tem seus problemas também. Por estar em acesso antecipado, há alguns bugs e ele pode ser pesado para rodar em alguns computadores, já que não está bem otimizado. Honestamente, ainda não tive o tempo de dar uma testada em Black Squad, mas todo material de vídeo que vi até o momento me fez ter vontade de testar.

Afinal, o game é gratuito e não tem mal algum dar uma chance, não é mesmo? E outra: pra ter tanto brasileiro se aventurando nos servidores (a gente bem que gosta de um FPS competitivo, não é mesmo?), dificilmente a experiência vai decepcionar.

Black Squad ainda está no começo e tem um longo caminho para percorrer. Para os mais céticos, a presença no Brasil pode ser um elemento adicional legal: afinal, ter a empresa perto e acreditando no país é sempre algo bom. O game deve sair do acesso antecipado apenas no segundo semestre de 2018, mas já tem uma boa variedade de modos, mapas e armas para quem quiser se aventurar. O objetivo é chegar ao top 10 de games mais jogados da Steam. Será? Parece que tem chance.

Ah! E sobre a partida de airsoft? Em breve vocês poderão ver um vídeo legal da partida que a imprensa teve contra alguns influenciadores, como Tixinha, Renato Estranho, Alessandro (Th3D4rkness) e mais alguns.

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