Blizzard processa hackers de StarCraft 2

Blizzard processa hackers de StarCraft 2

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A Blizzard registrou recentemente uma ação contra um grupo de jogadores de StarCraft 2 responsável pelo desenvolvimento de uma série de cheats e hacks para o título de estratégia em tempo real. O documento foi encontrado pela TorrentFreak, tendo sido arquivado no dia 19 de maio sob a alegação de que “um grupo de programadores infringiram os direitos autorais” da publicadora em relação a StarCraft 2.

O grupo em questão responde pelos fóruns ValiantChaos, aos quais são atribuídas diversos mecanismos alternativos para obter vantagens dentro do universo online, os quais levam o nome de “MapHack”. O conteúdo é liberado aos membros do site mediante o pagamento da taxa de US$ 62, referente ao acesso à área VIP.

Entretanto, os arquivos da Blizzard não identificam os réus, que são referenciados apenas como “fóruns ValiantChaos”. De fato, o documento inclui que “os nomes e as reais capacidades dos réus, sejam individuais, corporativas, associativas ou quaisquer outras, são desconhecidos da Blizzard. Também é omitida a extensão do que foi, de fato, “hackeado”.

Em prol da integridade de StarCraft 2

Ainda de acordo com os documentos, o processo é movido a fim de que se tomem medidas que “protejam a integridade da experiência de StarCraft 2” contra “hacks, mods ou qualquer outro software não autorizado desenvolvido por terceiros” — o que poderia minar a competitividade central da porção muitiplayer do game.

A companhia continua: “Os hacks e cheats disponibilizados pelos réus, incluindo o produto conhecido como ‘ValiantChaos MapHack’, modificam a experiência online de StarCraft 2, em detrimento dos usuários legítimos de StarCraft 2 e também da própria Blizzard”.

Quando procurada pelo site Kotaku, a desenvolvedora afirmou que “usualmente não comenta processos em andamento”. Entretanto, disse em comunicado que “a qualidade dos nossos títulos é nossa prioridade principal, e nós tomaremos quaisquer medidas cabíveis, até o ponto de e chegando a incluir medidas legais, a fim de proteger os nossos jogos contra trapaças e outras influências negativas”. Pois é, agora é esperar pelos próximos movimentos oficiais.

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