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Capcom: DmC: Devil May Cry roda a 30 fps, mas sensação é de 60

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Com DmC: Devil May Cry, a Capcom está disposta a exibir uma façanha: fazer com que um game rodando a 30 fps passe a sensação de estar funcionando com o dobro disso. De acordo com o diretor Hideaki Itsuno, os fãs não precisam se preocupar com a performance do game em sua versão para consoles, já que a resposta dos controles e o desempenho visual é perfeito.

Ele conta que o trabalho com Dragon’s Dogma – que também funciona a 30 quadros por segundo – ensinou bastante coisa à Capcom sobre o trabalho com a Unreal Engine. Esse conhecimento foi passado para a Ninja Theory, que desenvolve DmC, e permitiu o máximo de qualidade possível para a taxa de frames que aparecem na tela.

Apesar de não revelar o segredo desse tipo de desenvolvimento, Itsuno explica que a façanha tem a ver com a capacidade do cérebro humano de preencher os quadros extras caso os personagens e cenários apresentem certos tipos de movimento. A maneira como os protagonistas respondem aos comandos do jogador também é levada em conta para criar o efeito.

Segundo Itsuno, a decisão de fixar a taxa de quadros por segundo a 30 também permitiu a criação de um ambiente vivo e um estilo visual bem característico para DmC: Devil May Cry. As limitações do PlayStation 3 e do Xbox 360 tiveram de ser levadas em conta, assim como o folclore da franquia de Dante.

DmC: Devil May Cry chega ao mercado em janeiro. Uma versão demo, porém, está marcada para sair neste mês.

Fonte: Eurogamer

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