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Chefe da IGDA acredita que os games são formas de arte livres e simples

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Fonte: Divulgação/GamesIndustryInternational
Kate Edwards, que é a atual cabeça da International Game Developers Association (IGDA), declarou que os games são uma forma peculiar de arte e contam com uma liberdade de expressão única, principalmente no circuito indie. E essa independência criativa é uma virtude que a indústria precisa manter a todo custo.

Em entrevista ao site Games Industry International durante a GDC 2013, Edwards abriu o jogo sobre os perigos de os desenvolvedores independentes ofenderem algumas pessoas de diferentes culturas. A ideia de as principais donas dos consoles retirarem as barreiras de localidades e diminuir as regras nas restrições para as inscrições de jogos nas plataformas digitais pode aumentar dramaticamente os problemas culturais.

Entretanto, Edwards tem plena consciência de que restringir a criatividade dos produtores indie é o mesmo que retirar o seu direito de criação artística. E isso seria uma imprudência sem tamanho, uma vez que os jogos são definitivamente uma forma única de arte. “Os games são uma forma de arte pura e simples”, afirma a cabeça da IGDA.

Liberdade com consciência

Fonte: Divulgação/VG24/7
Assim, o desafio que os desenvolvedores estão prestes a se defrontar é o limite entre o permitido na criação de produtos que serão distribuídos ao redor de todo o mundo. As produções precisam se preocupar com o impacto que elas causarão em diferentes culturas, inclusive no que diz respeito ao viés político do conteúdo das obras.

Edwards finaliza dizendo: “A principal coisa que eu faço ao consultar os desenvolvedores é encorajá-los a ser proativos e a pensar livremente sobre o que eles querem atingir. A única particularidade é que eles não podem achar que todos os mercados terão o mesmo entendimento do que eles estiverem produzindo”.

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