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CoD Black Ops: Mapas online, Ice Cube e uma cutucada da Ubisoft

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Site divulga lista de mapas multiplayer para Black Ops


O site Kotaku.com postou recentemente com o que parece ser a lista completa de mapas multiplayer de Call of Duty: Black Ops. Entre os 14 nomes listados, aparecem Array, Grid, Hanoi e Havana.

Confirmado multiplayer online com tela dividida

A Treyarch confirmou recentemente a inclusão de um modo split-screen online para o multiplayer de Black Ops. Dessa forma, será possível incluir na jogatina online um jogador local — basta que se conecte outro controle. Além disso, convidados locais ainda poderão participar do ranque e desbloquear conteúdos — embora todos os progressos do segundo jogador desapareçam assim que ele deixar a partida.

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A desenvolvedora ainda afirmou que o shooter trará um editor próprio e uma lista de amigos dentro do jogo. Enfim, caso você ainda precisasse de alguns motivos adicionais para empenhar os seus trocados...

Ice Cube confirma atuação de voz em Black Ops

Aparentemente, Ice-T não é o único rapper a emprestar a voz para um grande jogo de ação. Ice Cube postou recentemente a seguinte mensagem no seu Twitter: “Confiram a minha atuação em Call of Duty: Black Ops. Eu sou o cabo Bowman”.

Já Ice-T você poderá conferir em Gears of War 3, de acordo com confirmação durante a última edição da feira E3 (Electronic Entertainment Expo).

Mídia não vai permitir que Black Ops ultrapasse MW 2, afirma analista

Img_normalMichael Pachter ataca novamente. Desta vez, o analista da Wedbrush Morgan apontou que algumas características da mídia — “hipercrítica” e “amarga” — não permitirão o sucesso completo de Call of Duty: Black Ops unicamente porque o jogo “não é Modern Warfare 2”.

Em entrevista ao site IndustryGamers.com, o analista declarou: “Eu não sei se a imprensa ligada aos games vai se tornar subitamente mais caridosa do que foi no passado, mas o meu entendimento deles como um grupo os coloca como hipercríticos e muito amargos, e eu acredito que eles têm o potencial de encontrar muitos defeitos em Black Ops, apoiados no motivo principal de que o game não é Modern Warfare 2”.

Segundo o Pachter, as análises do jogo Medal of Honor trazem indícios do que espera o próximo lançamento da Treyarch. “Mesmo que Black Ops seja fenomenal, eu não acredito que ele terá o benefício da dúvida”, afirma o analista.

Aparentemente, o sucesso do próximo CoD depende grandemente da forma como a mídia especializada vai olhar para o título. “... Caso o jogo angarie uma nota 90 ou superior, talvez exista uma chance de vender tão bem quanto Modern Warfare 2, em virtude de uma grande base de consoles instalada”.

Entretanto, “a competição durante as próximas férias está mais ferrenha, com games de peso como Halo: Reach, Medal of Honor e Vanquish espalhados pelo mercado, e cada um que comprar um desses títulos terá US$ 60 a menos para gastar em outros shooters”, afirma Pachter. O analista conclui ainda que, embora Black Ops talvez não venda tão bem quanto MW 2, a franquia Call of Duty deve seguir fortalecida.

Infinity Ward vs. Treyarch

 Mas, controverso como sempre, Pachter levantou ainda outro ponto interessante na disputa entre shooters. Particularmente, entre os jogos de tiro que levam a marca CoD — atualmente a franquia é tocada por três desenvolvedoras diferentes, embora o papel da Sledgehammer ainda seja um tanto nebuloso.

Img_normalPara o analista, um CoD produzido pela Treyarch tem uma desvantagem natural. “O ponto é que a Treyarch é chamada de ‘a outras desenvolvedora de Call of Duty’ por uma razão; as pontuações mais altas de análises para a franquia no Gamerankings.com pertencem aos títulos da Infinity Ward”, afirma Pachter. “Jogos como Modern Warfare, Modern Warfare 2, o Call of Duty original e Call of Duty 2 receberam pontuações de 89 para cima”.

O Pachter ainda lembra que a melhor nota alcançada por um título da Treyarch foi com World at War, 85,7, enquanto que Call of Duty 3 levou um pouco aprazível 82. De fato, Modern Warfare 2 vendeu excepcionalmente bem, garantindo diversos títulos, tais como “Jogo mais vendido do ano nos EUA” e “O maior jogo para Xbox 360 do Reino Unido”.

Em termos de lucros, MW 2 gerou US$ 1 bilhão entre o seu lançamento, em novembro de 2009, e janeiro deste ano. O que dizer? A Treyarch certamente tem uma batalha das grandes pela frente.

Treyarch quer um protagonista com empatia para Black Ops

Aparentemente, a Treyarch quer que você veja no protagonista Alex Mason algo além de um suporte para alguma “metranca” poderosa. Diferentemente do que ocorria nos jogos anteriores da franquia, a desenvolvedora pretende reforçar laços de empatia entre os jogadores e Mason — o que fica bastante claro durante a cena de tortura inicial do game, na qual é dado destaque para a voz e para o rosto do herói.

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Segundo afirmou o diretor da Treyarch, Dave Anthony, à agência Associated Press, a escolha foi deliberada. “Nós queremos que o jogador sinta-se imediatamente ligado a ele [Alex Mason]. A primeira cena é bastante tensa para o protagonista. Nós pensamos que se o próprio jogador sentisse empatia pelo destino do personagem logo no início, isso certamente criaria uma boa conexão entre os dois”, afirma Anthony.

Em outras palavras, “o foco emocional que nós demos a Mason é maior do que tudo que já foi feito em um título da série Call of Duty”. O executivo afirma ainda que, conforme a história avança, o relacionamento de Mason com os demais personagens do jogo deve mudar. “Você começará a entender como tudo faz sentido”, afirma Anthony.

“CoD já cobra pelos serviços online”, afirma o CEO da Ubisoft

Quando perguntado sobre a possibilidade de Assassin’s Creed: Brotherhood cobrar por inscrições multiplayer, assim como foi sugerido para Call of Duty, o CEO da Ubisoft, Yves Guillemot foi direto ao ponto: CoD já cobra os jogadores por serviços online. “Eu diria que CoD já exige um preço dos consumidores por serviços online, já que a Activision lança regularmente DLCs; os jogadores já estão comprando conteúdos”, afirmou Guillemot ao site MCV.com.

Afirmação traiçoeira, sem dúvida. Mas não puramente injustificada. No último mês de junho, o CEO da Activision, Bobby Kotick, afirmou em entrevista ao Wall Street Journal que, se dependesse dele, “Call of Duty traria um serviço de cobranças online amanhã”. Segundo Kotick, “as nossas audiências estão clamando por isso”. Clamando por novos conteúdos? Talvez. Por cobranças adicionais sobre um jogo que já foi adquirido? Improvável.

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