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Como Rain quase se tornou um jogo de ação furtiva

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Rain é mais um daqueles jogos pouco estimados que apresentam um conceito fora do comum. Na aventura, você é um garoto invisível que pode ser visto apenas quanto há água caindo sobre ele, em uma aventura em uma cidade abandonada. Para chegar até aí, porém, houve um longo caminho que quase fez com que o game se tornasse um game de ação com pouco desafio.

O diretor Yuki Iketa explica que o conceito original era de um game de furtividade, com forte influência do esconde-esconde. Isso, porém, acabou fazendo com que o título fosse muito difícil, motivando uma diminuição no desafio para que um público maior pudesse aproveitar dele. Com isso, veio também uma liberdade maior e um foco na exploração de cenários.

O problema é que esse tipo de jogabilidade não fazia sentido em um game no qual não era possível enxergar o personagem. Afinal de contas, qual o sentido de se esconder se você é invisível? Iketa também lembra de momentos em que era necessário pular, mas não era possível saber exatamente onde o personagem ia cair. Tudo isso motivou um retorno ao projeto inicial e mudanças fortes em Rain.

O diretor afirma que o título está se aproximando do fim de seu desenvolvimento e está recebendo os toques finais neste momento. Ele destaca a trilha sonora integrada à emoção e jogabilidade, permitindo uma conexão maior entre jogador e personagem. Iketa garante: Rain vai tocar você e fazer com que você se ligue emocionalmente a ele.

O game chega exclusivamente para o PlayStation 3 no final do ano.

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