Voxel

Criar o seu primeiro game next-gen é esquisito, diz produtor de Call of Duty: Ghosts

Último Vídeo

Img_normal
Recentemente, o produtor executivo de Call of Duty: Ghosts, Mark Rubin, concedeu uma entrevista à revista Edge, em que comenta sobre o desenvolvimento do próximo capítulo do FPS e de como desenvolver games para a nova geração é complicado; principalmente quando falamos de um jogo que tem o peso da série Call of Duty e que, ao mesmo tempo, é cross-gen (desenvolvido para duas gerações diferentes).

A Infinity Ward está desenvolvendo Call of Duty: Ghosts ao mesmo tempo para PC, PS3, PS4, Xbox 360 e Xbox One (a versão para Wii U está sendo feita pela Treyarch, que possui mais experiência com as plataformas da Nintendo) e muitos cogitaram a possibilidade de isso estar “segurando” o jogo no passado, de um ponto de vista técnico.

Rubin garante que isso não acontece: “Eu não acho que isso está segurando a próxima geração. O modo como eu vejo isso é que o primeiro jogo de um console de nova geração é o mais difícil de fazer. É como um primeiro encontro. Tem muita coisa para descobrir e pouco conhecimento um do outro. O segundo encontro, é claro, fica muito melhor, mas o primeiro encontro é esquisito”.

Img_normal
“Veja por exemplo Call of Duty 2 e o modo como ele se parecia comparado com Call Of Duty 4. É um salto significativo para frente. Então, eu acho que teremos algo similar — eu espero, como um desenvolvedor de jogos em geral, não apenas Call of Duty, ver saltos enormes para a frente conforme a geração fica mais madura”.

Mark Rubin também comentou sobre lidar com um game que tem o peso do nome Call of Duty nas costas. Segundo ele, a pressão é enorme e, quanto maior o jogo, maiores são as críticas.

Você sabia que o Voxel está no Facebook, Instagram e Twitter? Siga-nos por lá.