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Custos de desenvolvimento para próxima geração não cresceram, afirma EA

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Fonte da imagem: Divulgação/Electronic Arts
Em seu relatório financeiro mais recente, a Electronic Arts nota – e também avisa aos investidores, para tranquiliza-los – que os custos de desenvolvimento de jogos para a atual geração não cresceram em relação a essa. Para a empresa, o uso de novas versões de engines já conhecidas – como a Ignite e Frostbite – auxiliam nessa transição.

Segundo o diretor de franquias da EA, Frank Gibeau, tal fator facilita o trabalho das equipes de produção. Como são motores já conhecidos, os desenvolvedores já estão acostumados com os sistemas e podem agir de forma mais eficiente e com risco mais baixo. Além, é claro, de obterem resultados melhores e mais criativos.

Para o executivo, investir tão cedo na nova geração foi uma decisão inusitada, mas que acabou tendo seus frutos. Tal iniciativa permitiu que a EA partisse para o PlayStation 4 e Xbox One muito mais rapidamente, gastando menos e garantindo uma presença já quando os aparelhos chegarem às lojas, no fim de 2013.

Gibeau lembra o fracasso da engine RenderWare, que foi usada no começo da atual geração e deveria ser utilizada em todos os games da Electronic Arts. A tecnologia, porém, não teve o resultado adequado, obrigando a empresa a retornar à estaca zero e reiniciar seu desenvolvimento. Um erro que ensinou a empresa a caminhar e, felizmente para todos os envolvidos, não foi repetido agora.

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