Dark Souls, Persona 5, Forza Horizon 3 e mais: saiba o que estamos jogando!

Dark Souls, Persona 5, Forza Horizon 3 e mais: saiba o que estamos jogando!

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A parte mais legal de uma redação de games é que cada um tem habilidades e preferências diferentes. É como um RPG: cada personagem tem sua própria árvore de skills, e todos, combinados, formam uma party fortalecida.

Acredite: aqui, há quem odeie Dark Souls, há quem não ligue para Zelda e há quem ame Tetris incondicionalmente – e olha aí o Puyo Puyo Tetris encantando corações da atual geração. Já faz algum tempo desde a última postagem e chegou a hora de contarmos, a vocês, o que a nossa equipe está jogando atualmente, datando de 28/04/2017:

Igor Napol, redator

Pisando fundo em Forza Horizon 3

Alguns meses e 1.000 horas de jogo depois da análise que fiz, me vejo jogando Forza Horizon 3 de novo. Em partes por influência de dois amigos que também voltaram a jogar, mas muito mais pela chegada dos Porsches no game. Essas últimas semanas de volta me fizeram entender melhor o que apontei como problema do game e também possíveis soluções: o lance da falta de senso de progressão, por exemplo, é porque o game te entrega tudo muito fácil desde o começo. Uma boa alternativa, que enriqueceria muito o gameplay e o modo história, seria a implementação de um microgerenciamento do seu Festival Horizon (correr, juntar dinheiro e escolher no que ele seria investido)... Quem sabe em Forza Horizon 4?

Douglas Vieira, redator

Um cadinho de coisas

Não consegui colocar minhas mãos em muitas coisas inéditas recentemente. Nos últimos dias tive a oportunidade de avançar um pouco mais em Middle-earth: Sombras de Mordor e de subir de nível em Pokémon GO, mas nada que vá muito além disso. Em breve, vou me aventurar no quarto episódio de The Walking Dead: A New Frontier e em Sniper: Ghost Warrior 3, e espero que o conteúdo visto seja muito bom.

Guilherme Sarda, apresentador

Viciado em Puyo Puyo Tetris

Estou viciadíssimo em Puyo Puyo Tetris. Acabei de pegar o Switch e pretendia terminar Horizon Zero Dawn e Gears Of War 4 (delovo irmão) antes de encarar o Zelda mas, infelizmente ou felizmente, fui pego pela SEGA. Como fã de Tetris, digo que esse é um dos melhores jogos da franquia de todos os tempos. Talvez o melhor que já joguei pra consoles, perdendo apenas pra Tetris: The GrandMaster Challenge, da Arika. Agora é respirar pra terminar tudo e encarar meu querido Link!

Paulo Guilherme, redator

Mais Breath of the Wild!

Depois de muitas e muitas horas de jogo, finalmente já coletei todos os shrines, os equipamentos especiais, aprendi a dar cabo de praticamente todos os inimigos mais fortes do game e completei todas as quests disponíveis. Até dei cabo de Ganon algumas vezes, no que admito ter sido uma luta que foi um tanto anticlimática.

Agora só falta conseguir juntar todas as Korok Seeds para ter 100% do game. Mas será que vou ter paciência para isso? Infelizmente, acho que não. Apesar de ter juntado um valor respeitável sozinho (350), provavelmente terei que apelar para guias. Considerando que não há muito mais desafio à espera, é bem provável que eu acabe só brincando em mais alguns minigames e me dê por satisfeito.

Vinícius Munhoz, redator

Salada mista

Minha rotina é uma salada mista: ao mesmo tempo que estou jogando para análise o fantástico Momodora (game brasileiro de primeira), me borrando de medo com Outlast 2 e tomando cascos na cabeça em Mario Kart 8 Deluxe no Switch (o desgramado do Micali me vende toda vez), ainda dou uma escapadinha de leve pra zerar uma antiga pendência: Dark Souls 3. Ah, já falei que Persona 5 continua excelente? Preciso organizar melhor a minha vida gamer...

Bruno Micali, redator

Descobri Dark Souls 3 e ó: fui picado

Pois é, descobri. Nioh foi a porta de entrada pra essa fórmula masoquista e agora não tem volta: o bichinho me picou. Depois de platinar a fantástica aventura samuraica da Koei Tecmo, tão viciante que me fazia esquecer de jantar, fui direto pro Dark Souls 3 após estrita recomendação de amigos de diferentes círculos de amizade.

Até pulei Bloodborne, ao qual pretendo voltar depois. A sombria jornada por uma terra em ruínas tem me deixado tão imerso em Dark Souls 3 que nem mesmo os lançamentos me fazem parar. "É assim mesmo", dizem o Munhoz aí acima e um outro amigo meu, o Víctor Teixeira. O Sarda também havia me garantido o selo de qualidade. E assim: que p*ta visual f*da. Quem curte Lovecraft sabe do que estou falando. Inspirações não faltam aqui. Estou com quase 60 horas de jogo, nível 63, e não sinto o cheiro da metade. E nem quero. Estou completamente viciado e entregue. Leve minha alma, Dark Souls 3.

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