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Darksiders não se encaixa na estratégia de negócios da Crytek

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A divisão dos espólios da THQ continua repercutindo no mercado de jogos. A abertura dos escritórios da Crytek nos Estados Unidos, com ex-funcionários da Vigil Games, fizeram com que muita gente questionasse porque a desenvolvedora não adquiriu a empresa e sua principal franquia, Darksiders. De acordo com Cevat Yerli, o título não se encaixava na estratégia de negócios da companhia.

O presidente da Crytek diz ter tentado levantar recursos e a autorização necessários para fazer um lance por Darksiders, mas a ideia acabou caindo por terra devido a incompatibilidade de agendas entre as corporações e incertezas quanto ao desenvolvimento. A “orfandade” da Vigil, porém, surpreendeu Yerli, o que o levou a negociar com o fundador da produtora, David Adams.

A negociação entre os dois durou pouco tempo e, após uma única reunião, estava criada a Crytek USA, com cerca de 30 funcionários da Vigil. A união dos ex-empregados da empresa surpreendeu Yerli, que lembra que o acordo foi feito levando em conta apenas a confiança no trabalho dos envolvidos e na unidade deles como um grupo.

Sobre as chances de Darksiders, um dia, chegar ao portfólio da Crytek, porém, Yerli foi categórico: o cavaleiro do apocalipse não vai mais montar seu fiel cavalo. Segundo o executivo, o time liderado por Adams está ciente da estratégia da companhia e estão livres para criarem novos conceitos usando a CryEngine.

Fonte: VentureBeat

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