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Dead Rising 3 foi criado para agradar aos jogadores de Call of Duty

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Quem conferiu o trailer de Dead Rising 3 exibido pela Capcom durante a E3 2013 pode ter estranhado algumas mudanças do jogo, que está bem diferente de seus antecessores. As alterações não foram feitas ao acaso, já que a própria desenvolvedora deixou claro que a intenção do jogo é se mostrar atrativo a um número maior de pessoas — incluindo fãs da série Call of Duty.

No lugar dos elementos cartunescos dos títulos anteriores, entra uma interpretação mais “realista” do apocalipse zumbi. Segundo a empresa, o objetivo é oferecer “combates mais viscerais” e com “entranhas realistas” para os jogadores. Além disso, a desenvolvedora pretende abandonar o limite de tempo característico da franquia, fazendo com que os zumbis sejam o elemento que o jogador mais vai temer.

Os desenvolvedores acreditam que um dos elementos que mais vão destacar Dead Rising 3 de seus competidores é a habilidade que o personagem principal tem de criar armas personalizadas. Ao contrário do que acontecia até então, será possível desenvolver qualquer item contanto que os materiais básicos necessários estejam disponíveis — ou seja, diga adeus para a necessidade de achar manuais que ensinam as combinações corretas.

Além disso, será possível usar o Kinect para chamar a atenção dos mortos-vivos e aproveitar o sensor de movimento e a tecnologia SmartGlass para interagir de formas diferentes com o jogo. Só esperamos que, devido a essa necessidade de “atrair os fãs de Call of Duty”, a Capcom não descaracterize as ideias do jogo e faça com que ele sequer agrade quem já é fã da franquia — afinal, sabemos muito bem o que aconteceu na última vez que ela tentou algo semelhante.

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