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Detalhes da história de Daylight prometem trazer o terror ao PS4 e PC

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Se você sentia falta do gênero survival horror na nova geração de consoles, talvez sua espera tenha finalmente acabado. A Atlus está produzindo, juntamente da Zombie Studios, o título Daylight, previsto para sair no início de 2014 para PC e PlayStation 4. Para apimentar a curiosidade dos fãs do terror psicológico, a empresa anunciou alguns detalhes quentes da história, além de screenshots da aventura de Sarah Gwynn pela esquecida Mid Island.

A protagonista acordará na entrada de um hospital escuro e abandonado. Embora não se saiba muito sobre a história da ilha, o prédio é conhecido como um centro médico onde todos os médicos, enfermeiras e pacientes simplesmente sumiram em uma tarde de 1948, não deixando nenhum registro do que aconteceu no local.

Pouco antes dos eventos que deram sumiço na equipe do hospital, um barco turístico pegou fogo na costa da cidade e mais de 1000 passageiros morreram afogados. Os mortos tiveram de ser lançados ao mar, enquanto os vários sobreviventes da tragédia foram levados ao centro médico. No entanto, o local não tinha recursos suficientes para lidar com tantos pacientes, e, em um dia no final dos anos 40 simplesmente fechou as portas.

Passado o tempo, tudo permaneceu abandonado até a década de 80, quando a grande corporação G&C resolveu transformar o hospital em um hospício de última geração. No entanto, quando a empresa estava prestes a terminar o grande projeto, a construção foi cancelada, e todos os membros da companhia deixaram o município de New Kipling. Curiosos, os oficiais da cidade mandaram uma equipe para o local, encontrando uma escavação abandonada e 12 buracos abertos no chão – cada um no tamanho exato de uma sepultura.

No meio desse ambiente nada agradável, a protagonista poderá utilizar um celular para ajudar na sua localização dentro do hospital e dos canais subterrâneos da cidade, mostrando os locais já encontrados por Gwynn. Mas, enquanto o aparelho pode ajudar o jogador, a Atlus não garantiu que o ajudante eletrônico será isento de interferências desconhecidas. Afinal, o que seria um survival horror sem um suspense?

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