Diretor do Xbox completa: “50% dos gamers já usaram retrocompatibilidade”
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Diretor do Xbox completa: “50% dos gamers já usaram retrocompatibilidade”

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A retrocompatilidade é assunto que está bem em alta no momento, principalmente depois da pesquisa do Ars Technica, que concluiu que os donos de Xbox passam apenas 1,5% de todo tempo com games da retrocompatibilidade, e da declaração de Jim Ryan, da Sony, que questionou quem usaria tal recurso. Agora, o diretor de marketing do Xbox completou algumas informações no Twitter.

Por conta da pesquisa revelada nessa semana, Mike Nichols comentou que aproximadamente 50% dos donos de Xbox One já usaram a retrocompatibilidade, somando cerca de 508 milhões de horas de jogo desde que o serviço foi lançado. Em outras palavras, se você jogou Far Cry 3 uma única vez no seu Xbox One por 5 minutos, você já faz parte dessa estatística – e não necessariamente representa um número significativo.

Para completar, Phil Spencer citou que cerca de um ou dois jogos do recurso ainda fazem parte dos “top mais jogados” e que a utilização da funcionalidade continua alta, citando que Red Dead Redemption e Black Ops 2 são exemplos que continuem em alta.

No final das contas, não há contradição

Vale ressaltar que o que Mike Nichols e o Ars Technica revelaram não são os mesmos dados, já que se tratam de métricas diferentes – e que podem ser casadas para formar um relatório mais completo. Enquanto um deles mensura tempo de utilização, a informação de Nichols revela porcentagem de jogadores que utilizam.

Em outras palavras: mais de 50% da base de jogadores do Xbox One podem ter usado o serviço até agora – algo que não significa que 50% ainda utilizem hoje –, mas de uma maneira menos acentuada. Provavelmente, o pico de utilização em 2015 e os picos que o serviço recebe sempre que um game de peso se torna compatível, totalizando 508 milhões de horas.

Isso significa que todos os jogadores usam a retrocompatibilidade em apenas 1,5% do tempo? Não. Alguns podem nem usar, enquanto outros podem aproveitar em mais de 80%. É uma questão de estatísticas que generaliza para a base toda. Além disso, isso pode variar de mercado para mercado: a utilização no Brasil, por exemplo, pode ser bem maior do que nos EUA. De uma forma ou de outra, é sempre bom ver um posicionamento de fontes oficiais.

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