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EA não quer ser a “pior empresa da América” pelo terceiro ano seguido

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Fonte da imagem: Reprodução/The Consumerist

Todos os anos, a premiação “The Consumerist” revela, com base no voto popular, qual é a “pior empresa da América”. Nos últimos dois anos, a Electronic Arts teve a honra de receber a estatueta. E desde o último anúncio, a companhia vem trabalhando para não receber tantos votos dos jogadores (que a colocaram acima de bancos e outras firmas).

Em conversa com o site Polygon, o novo CEO da EA, Andrew Wilson, disse que essa infelicidade serviu para acordá-los e mostrou que algo está errado. “Respeitando ou não a fonte, creio que (o prêmio) foi uma forma de nos despertar, e foi algo com que gastamos muito tempo e energia, e continuamos gastando mais tempo e energia,” relatou Wilson.

O executivo ainda comenta que a companhia não ficou se perguntando “Como nós fomos votados como a pior companhia novamente?”, mas a grande dúvida girava em torno de “Há coisas que poderíamos fazer diferentemente ou coisas que fizemos que foram mal interpretadas que poderiam ter feito as pessoas se sentirem dessa forma? ”

Fonte da imagem: Reprodução/Electronic Arts

Na entrevista, Wilson disse que o papel da EA é “construir grandes jogos e serviços”, mas que o prêmio do The Consumerist serviu para examinar as ações passadas que impediram de alcançar este objetivo. O Polygon nota que após a premiação, a empresa não demorou em acabar com o programa de “Online Pass”.

Para Wilson fica claro que se no fim do dia a empresa tiver bons jogos e serviços, eles não serão votados como a “pior empresa da América”. O que você acha da Electronic Arts? Ela precisa melhorar muito? Há algum jogo ou serviço que possa ser retrabalhado?

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