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EA não terá mais armas licenciadas em seus jogos

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(Fonte: Reprodução/The Verge)
Quando Battlefield 4 — ou qualquer outro FPS vindouro da Electronic Arts — chegar aos consoles, você vai perceber que algo mudou. A empresa anunciou nesta semana que seus próximos games não utilizarão mais modelos de armas reais.

A decisão veio após a polêmica levantada pelo site Eurogamer que destacou a ligação entre a indústria de games e a armamentista. Conforme a página relatou, a utilização em games de modelos existentes faz com que as produtoras tenham de pagar royaltes às fabricantes pelo direito de uso daquele produto — um mercado que movimenta milhões de dólares todos os anos.

Por conta disso, a EA optou cortar suas relações com fabricantes de armas para evitar que sua imagem ficasse atrelada à divulgação desse tipo de produto — vale lembrar que a questão do desarmamento está sendo fortemente debatida nos EUA. Em entrevista à Reuters, a companhia comentou que não fará mais isso e que, a partir deste ano, todos os seus títulos já contarão com armas genéricas e sem licenciamento.

No ano passado, o site oficial de Medal of Honor: Warfighter tinha links para revendedores de armas para que as pessoas adquirissem seu próprio armamento. Na época, a EA afirmou que o dinheiro arrecadado seria revertido para as famílias de veteranos de guerra.

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