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EA quer aumentar títulos lançados, mas pode abandonar franquias estagnadas

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Fonte da imagem: Reprodução/Wikipedia
Boa parte das grandes empresas de games estão passando por reestruturações para lidar com os altos custos de desenvolvimento de títulos. Mas ninguém, tirando os próprios executivos, sabem exatamente o que isso significa. Agora, diretores da Electronic Arts deram um pouco de luz sobre o que isso significa para a companhia, apesar de não terem sido muito claros.

Em resposta a investidores, o diretor financeiro da EA, Blake Jorgensen, afirmou que um dos focos da empresa para otimizar os gastos na próxima geração é cortar produtos pequenos, estagnados, ou que não estão crescendo o bastante. Ainda, plataformas que não parecem viáveis no longo prazo também podem ser deixadas de lado, uma vez que a desenvolvedora não quer que seus custos de desenvolvimento cresçam.

A conclusão de muitos sobre a declaração foi: menos jogos para Wii U e Vita e uma possível redução no número de lançamentos de séries como Dead Space e Crysis, que não apresentaram vendas crescentes em seus últimos lançamentos. Jorgensen não foi específico, mas afirmou que o orçamento para desenvolvimento continuará o mesmo – US$ 100 milhões por ano –, apenas terá sua utilização otimizada.

Já Frank Gibeau, presidente da companhia, afirmou que os investidores – e também os jogadores – podem esperar uma redução no número de lançamentos da EA no primeiro ano dos novos consoles. Esse total, porém, pode se aproximar do atual assim que a transição de plataformas chegar ao fim.

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