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EA pode ter que repensar exclusividades após Titanfall

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O relatório financeiro do terceiro quadrimestre da EA e a projeção para os próximos meses podem significar uma mudança de estratégia por parte da desenvolvedora. É essa a conclusão de Matt Martin, do VG24/7, que analisou a situação da empresa e também o lançamento de Titanfall.

Exclusivo da Microsoft, Titanfall deve ser um grande sucesso de vendas: a própria EA acertou nos jogos para a nova geração até o momento e a indústria está bastante ansiosa para o game de tiro. Além disso, quem optou pelo Xbox (One ou 360) sai ganhando por ter acesso ao game – mas até que ponto isso é positivo também para a EA?

Segundo Martin, a EA não "subiu no cavalo errado ao aliar-se com a Microsoft, mas limitou o alcance". Ou seja, se Titanfall vender bem (espera-se que ele seja um "segundo lançamento" para o Xbox One), a empresa precisa refletir: um jogo que também fizer parte dos consoles da Sony, por exemplo, vai vender mais ou menos a mesma coisa em duas plataformas, em vez de uma.

"Quando a lua-de-mel entre EA e Microsoft acabar, Titanfall precisará de uma relação mais aberta. (...) Os verdadeiros vencedores em uma corrida de consoles de nova geração não são as fabricantes de hardware, mas as publicadoras que espalham seus maiores jogos por duas máquinas quando o público está ansioso por novas franquias", conclui o texto. Será que a desenvolvedora vai seguir esse conselho?

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