Electronic Arts revela o Project Atlas, que mistura IA e soluções da Nuvem

Electronic Arts revela o Project Atlas, que mistura IA e soluções da Nuvem

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Através do Medium, o chefe de tecnologia da Electronic Arts, Ken Moss, compartilhou mais informações sobre o Project Atlas, plataforma de nova geração que está sendo desenvolvida pela empresa. Combinando soluções de inteligência artificial e computação na Nuvem, o projeto promete trazer games de alta qualidade que não dependem que você tenha um hardware poderoso em sua casa para rodar bem.

Project Atlas

“Estamos em um ponto de inflexão em que grandes, e complementares, disruptores estão entrando em seus lugares. Como uma indústria, fizemos avanços tecnológicos notáveis em IA, nuvem, computação distribuída, recursos sociais e engines”, afirmou Moss. Segundo ele, a ideia do Project Atlas é unir essas tecnologias desenvolvidas de forma separada para criar algo único que vai trazer novas ferramentas para as mãos de criadores de jogos.

"Como uma indústria, fizemos avanços tecnológicos notáveis em IA, nuvem, computação distribuída, recursos sociais e engines”

A ideia da Electronic Arts é permitir que os jogadores instalem um cliente com tamanho enxuto e, a partir dele, joguem games rodando em seus servidores. Enquanto a ideia parece parecida com outros serviços de streaming, Moss afirma que a ideia vai trazer mais opções de personalização e promete “borrar as linhas entre os domínios discretos de engines de games e serviços de games”.

Para jogadores e desenvolvedores

O Project Atlas também quer reduzir a carga de trabalho dos desenvolvedores, permitindo que eles reduzam custos ao criar seus games. Usando a tecnologia de inteligência artificial, eles podem criar diversos recursos de arte com velocidade, bastando para isso definir os parâmetros do que eles precisam para seus produtos.

Electronic Arts

Moss reconhece que tecnologias do tipo já existem, mas não são facilmente acessíveis por quem não é especialista — história que a EA pretende mudar. “Isso é especialmente evidente para desenvolvedoras menores e independentes, nas quais o capital humano é finito”, afirmou Moss. “Se você está investindo tempo e esforços em um aspecto do desenvolvimento, você está tirando de outra coisa”.

Enquanto a tecnologia ainda não tem data para estrear, o chefe de tecnologia garante que a companhia está bastante dedicada a trazê-la ao público. Mais de 1 mil funcionários estão trabalhando no sistema diariamente, com dezenas de estúdios ao redor do mundo contribuindo para que o projeto defina suas prioridades e os recursos que são importantes para que ele funcione corretamente.

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