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Electronic Arts: “Sim, nós somos inovadores”

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A EA anda apostando demais em formatos conhecidos? Não para o chefão do braço europeu da publicadora. Para Patrick Soderlund, basta uma rápida olhada em jogos como Need for Speed: Most Wanted e Battlefield 3 para perceber que as capacidades criativas da Electronic Arts andam a todo o vapor.

“Muitas pessoas criticam a EA por não inovar”, reconheceu o executivo em entrevista ao site MCV. “Mas olhe só o que a EA fez com Battlefield 3. Digamos que se trata de um jogo diferente de tudo o que você possa ter visto antes. Ao reparar nas animações, no áudio e em cada pequeno detalhe da experiência visual, pergunta-se: “Como nós poderíamos mudar isso?”.

De acordo com Soderlund, “se isso não é inovação, então eu não sei o que é”. E ele continua: “Então você olha para Most Wanted neste ano, e há ali um Need for Speed realmente legal e diferente. Essas coisas não ocorrem por acaso. Trata-se de estratégias cuidadosas, sempre com alguém dizendo: ‘Isso provavelmente ainda não está bom o suficiente’”.

Por fim, categórico, ele conclui: “Para mim, o dia em que nós pararmos de desenvolver novos projetos será o dia em que passaremos a nos manter vivos por aparelhos — e então começaremos a morrer, lentamente”. Soderlund ainda reforça que a inovação é necessária para que os grandes cérebros pensantes da indústria mantenham-se ativos. “Eles reamente precisam de algo para pensar a respeito. Eles possuem muita criatividade e precisam colocar isso para fora.”

Por fim, Soderlund ainda retoma as promessas de Frank Gibeau, garantindo que há, atualmente, diversos títulos em desenvolvimento para as plataformas de oitava geração da Microsoft e da Sony — o que deve ocorrer no ano que vem.

Fonte: MCV

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