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O que estamos jogando (16/12/2013)

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Nova segunda-feira no mundo dos games e chega a hora de apresentarmos o quadro "O que estamos jogando". Talvez você pense que seja impossível que os títulos prestigiados por nós mudem a cada semana, mas acredite: a equipe BJ é muito grande e nós simplesmente adoramos jogos eletrônicos.

Sem mais delongas, confira o que estamos jogando. Lembramos que aqui constam apenas os games que MAIS estamos jogando, embora possamos estar experimentando outros títulos simultaneamente. Além disso, aparecem neste quadro somente alguns dos integrantes da equipe BJ:

Douglas Vieira - Ultra Street Fighter IV

A temporada foi de pancadaria. Após ter a oportunidade de testar Ultra Street Fighter IV no escritório da Capcom na última semana, Ryu, Chun-Li e companhia foram os meus parceiros nos últimos dias.

Entrei em uma verdadeira sessão de treinamento em preparação para o novo título. Além de espancar (e apanhar um pouco de) alguns colegas aqui do BJ em Super Street Fighter IV, também tive a oportunidade de me divertir na versão para Nintendo 3DS e treinar mais com alguns combatentes. Afinal, nós vamos sempre ao encontro do mais forte!

Carlos Eduardo Ferreira - The Last of Us

Já faz algum tempo que eu torço o nariz para os famigerados apocalipses zumbis. Isso porque, convenhamos, o mundo provavelmente já foi ocupado por carne putrefata mais vezes do que Tóquio foi destruída por criaturas gigantescas. Mas The Last of Us é diferente.

Primeiro, porque a proposta escapa alegremente da solução fácil do herói armado até os dentes vs. avalanche de carne podre. Em vez disso, há o sofrido e calejado Joel, cujas habilidades se devem menos a uma vocação do que à mais pura necessidade de sobrevivência — ao que se poderia adicionar um comportamento inicial quase automático, pela completa falta de um objetivo maior (ou da vontade de encontrar um).

E Ellie... Ellie é absolutamente fantástica. Trata-se de um misto de ingenuidade, curiosidade e fibra que expressa à perfeição o fato de a garota ter nascido em um mundo pós-apocalíptico — cujos cenários destroçados não representam “o que foi”, mas sim “o que é”... E aquilo é tudo o que ela conhece. É na trindade da sobrevivência, ternura e senso de propósito que nasce a magia de The Last of Us — os “zumbis” são simples subterfúgios.

Felipe Gugelmin - Tomb Raider

Agora que troquei de computador (tô nem aí, ostento mesmo) e que o fim de 2013 está chegando, decidi revistar alguns títulos aos quais não dei muita atenção este ano. O primeiro da lista é o reboot de Tomb Raider, que está se mostrando um título nada menos que excelente.

Apesar de a transformação pela qual a “nova” Lara passa ser meio forçada, o jogo cumpre bem a tarefa de dar um novo início à franquia — grande parte disso devido à jogabilidade muito melhorada em relação aos títulos anteriores. Estou gostando bastante da experiência e, dessa vez, espero ter ânimo suficiente para chegar ao final dela.

Paulo Guilherme - Assassin's Creed IV: Black Flag

Quem acompanha o “O que Estamos Jogando” talvez tenha uma remota lembrança de que, com o terrível fim de Assassin’s Creed 3, havia prometido nunca mais jogar a série. Mas o que posso fazer se tudo aquilo que tanto me fez odiar AC3 simplesmente foi deixado de lado – e, de lambuja, ainda tive um maior foco no ponto que mais gostei do game – em Black Flag?

Está bem, Black Flag comete alguns deslizes, como nos controles inicialmente confusos do barco, da história nos tempos atuais ser 99% dispensável ou da jogabilidade no modo Free-Run atrapalhar você em suas perseguições como nunca. Mas, depois de deixar a trama completamente de lado e de algumas horas de treino, este game acabou se tornando uma experiência ótima (e olha que nunca fui um grande fã da temática pirata).

Ainda há muito caminho a ser percorrido, é claro: tenho apenas 10% do game completo. Mesmo assim, se AC4 continuar tão interessante quanto foi até agora, tenho esperanças de recuperar minha paixão pela série – ao menos até que as ações de Desmond no título anterior tenham novas repercussões no universo do jogo.

Bruno Micali - Sonic Generations

Após a densidade de Beyond: Two Souls, precisei de algo mais leve. Geralmente faço assim: exploro e destrincho um jogo "pesado" para depois me deliciar em algum game de plataforma suave. E nada melhor que Sonic Generations para isso!

Acredito que esse jogo seja uma das melhores adaptações do ouriço para a modernidade. Isso porque ele mistura as fórmulas clássicas dos jogos antigos com o tempero inesquecível de Sonic Adventure, um dos meus títulos favoritos do eterno Dreamcast. Estou tendo um banho nostálgico até começar a jogar outra coisa mais "séria". Vale cada segundo!

Maximilian Rox - Code of Princess

Eu acho que RPG combina com portátil como pizza combina com qualquer dia da semana. Não importa o local, a hora, a situação; puxar um 3DS ou um Vita e continuar uma aventura é sempre um ótimo meio de passar o tempo — ou matar a fome, no outro caso.

Assim comprei mais dois títulos para o console: Code of Princess e Monster Hunter 3 Ultimate. Mas no fundo eu admito: o jogo da Atlus me prendeu de uma maneira diferente que o título da Capcom.

Não sei se pela ação totalmente misturada de combos e elementos de RPG ou se pelas fases rápidas que podem ser completas antes mesmo de terminar o miojo, mas ele realmente me conquistou. Além de um humor peculiar, jogabilidade multiplayer e um número imenso de personagens para evoluir, Code of Princess é ótimo para passar o tempo — ou até se perder nele.

E você, o que está jogando neste momento?

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