Estúdios de games no Brasil mais que dobram e mulheres triplicam no mercado
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Estúdios de games no Brasil mais que dobram e mulheres triplicam no mercado

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Boas notícias não surgem todos os dias, então contemple os últimos números apresentados pelo Ministério da Cultura durante o BIG Festival, um dos eventos mais importantes para mostrar a força de nosso mercado: os estúdios de games no Brasil mais que dobraram, e triplicou o número de mulheres presentes na indústria.

De 2013 a 2018, o número de estúdios de desenvolvimento de games no Brasil passou de 142 para 375. O estudo foi realizado pela empresa Homo Ludens e apresentado na semana passada pelo Ministério da Cultura. Para o levantamento, foram ouvidas 375 empresas desenvolvedoras de games, 85 empresas de apoio e 235 profissionais autônomos entre os dias 3 de maio e 13 de junho deste ano. 

Segundo a pesquisa, somente nos últimos dois anos foram produzidos 1.718 jogos no país, 43% deles desenvolvidos para dispositivos móveis, 24% para computadores, 10% para plataformas de realidade virtual/realidade aumentada e 5% para consoles. 

"Esse levantamento é fundamental para que tenhamos uma compreensão maior do mercado de games no Brasil. Isso nos permitirá desenvolver políticas de fomento e apoio voltadas para as necessidades desse setor, que tem um imenso potencial de crescimento", destacou o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão.

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Mulheres triplicaram 

Apesar do estudo apontar que os ambientes de trabalho do setor ainda sejam "predominantemente masculinos", o cenário, em comparação com 2013, tem número triplicado de mulheres na indústria: hoje, elas representam 20,7% dos funcionários.

Dos 2.731 trabalhadores do ramo, apenas 273 são negros, 24 indígenas e 12 são pessoas trans. Somente oito estúdios têm, como sócias, mulheres afrodescendentes. "A pesquisa também demonstrou a necessidade de se investir em políticas afirmativas de raça e diversidade de gênero", diz o governo.

De qualquer forma, o panorama é muito mais positivo hoje do que em outrora – e a tendência é que o cenário fique cada vez mais aquecido e diversificado dentro de nossos meios de produção, que se concentram mais no eixo centro-sul do país.

Como você enxerga esse panorama? Deixe seu parecer aqui embaixo, na seção destinada aos comentários.

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