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Fãs criticam Splinter Cell: Blacklist, mas o diretor do game se defende

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A tarefa de Splinter Cell: Blacklist é extremamente difícil. O jogo precisa se redimir das falhas trazidas pelo último capítulo da série (Tom Clancy's Splinter Cell: Conviction), ao mesmo tempo em que precisa trazer inovações, mas sem perder a sua essência.

Durante a E3 deste ano, a Ubisoft exibiu uma cena de tortura dentro do jogo, onde o jogador enfia uma faca em um homem enquanto tenta extrair informações importantes. Depois que a vítima revela os segredos, é possível executá-la ou poupá-la.

Essa cena chamou atenção, mas talvez não como o estúdio planejasse. Segundo os fãs do jogo, esse tipo de violência coloca a série em um lugar muito distante das raízes da franquia. O diretor do jogo, David Footman, rebateu as acusações:

“É fácil ter reações exageradas vendo apenas um trecho do game, sem ter noção do contexto ou da história principal. É preciso ter paciência e esperar pela versão final do produto antes de julgar.”

“Comentar sobre uma cena é fácil. Nós precisamos liberar uma demonstração do jogo para que as pessoas possam acompanhar a jogabilidade, assim como todas as características principais da série. As pessoas estão reagindo negativamente porque viram apenas uma cena explosiva do jogo.”

“O que nós mostramos durante a E3 foi uma cena violenta e explosiva, e isso foi proposital. Isso decepcionou os fãs mais tradicionais da série, mas, conforme novas cenas forem divulgadas, novos aspectos serão revelados, principalmente o que os jogadores esperam.”

“Essas cenas são violentas sim, mas isso faz parte do mundo real. O que muitas pessoas não querem admitir é que o preço para manter a liberdade dos americanos muitas vezes pode ser alto demais.”

Footman termina o desabafo garantindo que a equipe conhece as raízes da série e sabe que é importante centrar o foco do game nas missões stealth com Sam Fisher, mas, como todas as grandes franquias do mundo dos games, Splinter Cell está evoluindo.

Fonte: Eurogamer

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