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A Força está com a Nintendo nesta mistura com Star Wars

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Já pensou se o mundo de Star Wars e da Nintendo fossem um só? Quem seria o maléfico Darth Vader, a indefesa princesa Leia Organaou o destemido Luke Skywalker? Eis que James Farr, um animador que se categoriza como “Nerd profissional”, resolveu unificar as duas franquias e criar o Super Smash Wars.

Nele, os heróis da Nintendo foram transportados para a primeira trilogia da saga Star Wars, ou seja, os episódios adaptam os filmes “Uma Nova Esperança”, “O Império Contra Ataca” e o “Retorno de Jedi”.

Segundo o animador, “é incrível o que você consegue fazer sem dormir e com muita cafeína na veia”. Na primeira aventura, nomeada “Super Smash Wars: A Link to The Hope”, Link deve salvar a princesa das garras do temível Darth Vader e destruir a Majora Lua – qualquer referência à lua do jogo Majora’sMask não é mera coincidência.

Um Link para a Guerra

No próximo episódio da série, “The Empire Smashes Back”, Link salva Mario das mãos do temível Wario e descobre a existência de outro Skywalker. Para fechar a história, em “Return of The Hero”, o Jedi/elfo deve derrotar o pai e acabar com o reinado do imperador Mew-Jora. A história adapta muito bem todos os principais pontos apresentados nos filmes de Star Wars, sendo o tom humorístico e as mascotes da Nintendo os grandes diferenciais dos vídeos.

O designer se preocupou com os mínimos detalhes em ambos os universos. Um olhar mais atento consegue perceber as pequenas alusões que estão escondidas durante a trilogia. Nos papéis principais estão Link como Luke Skywalker, Mario como Han Solo, Donkey Kong como Chewbacca e Princesa Peach – como não poderia deixar de ser – como Princesa Leia.

Pikachu Yoda, Shadow Ganon e Darth Vadar não foram esquecidos na trama e desempenham papéis ideais na jornada do herói. Para aprimorar a convergência entre cinema e video game, o destino do Jedi é decidido por meio de um controle do Wii. Já os sabres de luz são versões digitalizadas das armas de Zelda. Da mesma maneira como ocorre nos jogos clássicos de RPG, uma tela com diversas opções é mostrada sempre que Link precisa tomar uma decisão difícil.

O quesito sonoro também foi bem trabalhado. Por exemplo, um ouvido mais apurado consegue pescar o som inimitável de uma bomba rosa explodindo idêntica à do Mario 64. Já a Meta Ridley, canção clássica do game Metroid Prime, dá o tom futurísticonecessário para a adaptação.

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