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Formato de Call of Duty não pode mudar muito, como um jogo de esportes

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Mark Rubin, o produtor executivo de Call of Duty: Ghosts, afirma que os títulos da série não contam com uma margem muito ampla para modificações no que diz respeito ao formato. Essa mesma falta de maleabilidade é muito comum em jogos de franquias esportivas, como nos games de futebol, basquete e afins, que acabam tendo pouca possibilidade de variação.

Em entrevista ao site da Official Xbox Magazine, Rubin disse que os controles e as funcionalidades estruturais presentes nos títulos não podem variar muito por causa da grande presença da série entre os chamados esports e por causa da familiaridade já assimilada pelos fãs. O produtor executivo ressalta que é justamente essa semelhança que faz com que os gamers voltem para experimentar os jogos novos.

“Essa questão também é encontrada em um game de futebol, no qual a produção decidisse que no jogo do ano que vem haveria apenas sete jogadores para cada lado e também seria possível o uso das mãos. Eu não acho que as pessoas iriam querer nem experimentar esses novos games. Portanto, nós não podemos mudar muito a estrutura principal, nem as regras, dos games”, revela Mark Rubin.

Então, isso acaba por arruinar a criatividade e as possibilidades dos desenvolvedores? Rubin diz que não, pois: “É possível trabalhar muito com os elementos externos como a personalização de personagens, a melhoria da mecânica de jogatina e até mesmo fazendo do mundo ao redor dos cenários um lugar mais interessante”.

Call of Duty: Ghosts tem previsão de lançamento para o próximo dia 05 de novembro deste ano, com versões para PC, Xbox 360, PlayStation 3 e Wii U. Posteriormente, o game será lançado para os consoles da próxima geração (Xbox One e PlayStation 4), logo que eles cheguem ao mercado.

Fonte: Official Xbox Magazine

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