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Gerente da Naughty Dog comenta novidades de The Last of Us no PS4

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Embora o anúncio de que The Last of Us vai chegar ao PS4 tenha tirado muitas dúvidas da cabeça dos fãs, a confirmação levantou outras questões. Afinal, trata-se apenas de uma remasterização ou a Naughty Dog vai fazer mudanças mais profundas no game?

E eis que o responsável pelo gerenciamento de comunidade da empresa, Arne Meyer, foi até o fórum NeoGAF trazer algumas dessas explicações. Quando questionado se a versão iria refazer as cutscenes ou reaproveitar o que já tínhamos no PS3, ele disse que tudo ainda está em desenvolvimento e que não há nada concreto.

Apesar da indefinição, Meyer conta que as imagens estão sendo renderizadas a uma resolução de 1080p e que a equipe está trabalhando duro para tornar isso possível. No entanto, ele diz duvidar que isso seja feito em tempo real visto o histórico da Naughty Dog com cinemactics.

Além disso, o gerente de comunidade relembrou que a fidelidade visual apresentada em The Last of Us no PS3 já era incrível e que, por mais que o PS4 tenha muito a oferecer, a barra de qualidade do original é exageradamente alto — o que pode significar mudanças não tão radicais quanto muita gente espera.

Já em relação à quantidade de quadros por segundo, Meyer reforçou que há uma diferença significativa entre 30 e 60 fps, uma vez que uma frequência maior ajuda na experiência geral de jogo. E é por isso que ele está ansioso para ver como The Last of Us ficará no PlayStation 4.

Comparações rápidas

Como a Naughty Dog liberou um pequeno teaser da nova versão nesta quinta-feira, era óbvio que alguém ia correr comparar o material divulgado com a versão que todos conhecemos.

É claro que isso não é o suficiente para chegar a nenhuma conclusão real, já que as cenas do PS4 são retiradas de um vídeo do YouTube e isso não é muito conclusivo. Ainda assim, já é o suficiente para termos uma ideia rápida.

Como apontado pelo site MP1ST, os elementos em segundo plano ficaram melhores detalhados, sobretudo em termos de iluminação e texturas. Ao que parece, o efeito de “flicking” — em que elementos da imagem parecem piscar — foi amenizado. Ainda no fundo, o uso do anti-aliasing diminuiu a quantidade de serrilhados nos prédios.

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