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Indústria de games ainda não sabe agradar às garotas, afirma desenvolvedora

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Para Brenda Gershkovitch, presidente da desenvolvedora Silicon Sisters Interactive, a indústria de games ainda não sabe como satisfazer às consumidoras do sexo feminino. Segundo ela, a oferta de jogos para esse público é extremamente superficial, e os produtores de games não fazem questão de entender como as mulheres se relacionam com as mecânicas de jogos.

“30 anos se passaram até que [o mercado] aperfeiçoasse as coisas que os homens gostam, os tiroteios, esportes e ação. Estes são jogos destruidores. Agora é a hora de pensar no equivalente disso para as garotas”, afirmou Gershkovitch. A Silicon Sisters foi fundada justamente para preencher esse vazio e criar jogos sociais e para smartphones. O entendimento do público feminino veio após seis meses de pesquisas de mercado.

O primeiro game da Silicon Sisters, School 26, é baseado na experiência de vida de uma adolescente em uma escola, lidando com as pressões dos pais e dos amigos. Para Gershkovitch, porém, os “jogos femininos” não se resumem apenas a simulações comportamentais. “Se você olhar para o cerne de um jogo de tiro, e pensar como ele pode ser aplicado ás mulheres, as diferenças serão sutis.”

As declarações foram feitas em entrevista ao site GamesIndustry.biz. O TecMundo Games já explorou uma vertente diferente do assunto, mostrando as mulheres que estão por trás da criação de alguns dos principais jogos do mercado.

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