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Jogador terá liberdade para resolver as missões do seu jeito em Watch Dogs

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Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, o diretor de design de Watch Dogs, Danny Belanger revelou alguns detalhes a respeito da jogabilidade do game. De acordo com ele, o jogo apresenta uma campanha completa, com missões principais e sua narrativa própria, e também aquilo que ele gosta de chamar de “narrativa do jogador”, que seria basicamente a forma como o jogador decide passar pelas missões.

“Uma vez que o jogador estiver em uma missão e tiver um objetivo, ele pode alcançá-lo da maneira que deseja. Não estamos regulamentando a missão A como uma de tiroteio, a missão B com perseguição de carros e a C com furtividade. Os jogadores mais espertos conseguirão usar as ferramentas à sua disposição para jogá-las da maneira que quiser”, explicou.

“Eu acredito em experiências capazes de serem divertidas e imersivas, como ‘jogar um filme’, por exemplo”, continuou Belanger. “No entanto, um mundo aberto com diversas mecânicas oferece ao jogador muito poder. Se não conseguíssemos fazer todas essas mecânicas funcionarem, o jogador ficaria tentado a comprar um jogo em que só pudesse fazer uma única tarefa?” questionou.

Enquanto esse nível extra de complexidade oferece maior liberdade para o jogador, os desenvolvedores têm mais problemas para lidar. “Durante alguns testes, um jogador conseguiu saltar sobre uma barreira com uma motocicleta e atravessar boa parte do mapa até chegar ao seu final. Se os jogadores “quebrarem” o jogo nós temos de encontrar maneiras de lidar com isso. Se isso estiver dentro das regras do universo do game, está tudo bem. Estamos dando muitas ferramentas aos jogadores justamente para que elas sejam usadas”, concluiu.

Wach Dogs chea ao Xbox 360, PlayStation 3, Nintendo Wii U e PC no final de novembro. As datas para as versões de Xbox One e PlayStation 4 ainda precisam ser confirmadas, mas espera-se que o título acompanhe o lançamento dos dois consoles.

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