Jogamos: Battlefield V traz bagagem da série e acelera ritmo na 2ª Guerra
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Jogamos: Battlefield V traz bagagem da série e acelera ritmo na 2ª Guerra

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*O vídeo do teste está em produção e será publicado em breve

A EA deu o pontapé inicial da E3 2018 com o tradicional EA Play, evento que a publisher realiza fora do Los Angeles Convention Center e por meio do qual ela consegue apresentar seus produtos num modelo mais “premium”, isto é, sem disputar atenção com outras marcas. O Voxel está aqui na Terra do Tio Sam cobrindo o evento e teve a oportunidade de conferir, a olhos nus, duas promessas: Battlefield V e Anthem. Um estava jogável, o outro não.

Por enquanto, vamos falar de Segunda Guerra Mundial: fizemos um rápido teste de Battlefield V, numa demonstração que durou 15 a 20 minutos, e a constatação mais nítida possível, sem fazer muitos rodeios, é que a franquia está, de fato, se direcionando a um ritmo mais dinâmico, sem perder o caráter cadenciado que é sua grande marca registrada – ainda longe de um CoD, naturalmente, só que mais rápido.

Battlefield V reforça essa tese: se antes você percorria longos percursos verdejantes (ou arenosos) até o calor da batalha – isso lá nos idos de Battlefield 1942, Vietnam, Battlefield 2 e afins –, observe e reflita que, pelo menos desde Battlefield 3 pra cá, o ritmo avançou para a terceira ou quarta marcha e não voltou mais. Trata-se de uma evolução do gênero como um todo; o esquema acelerado dificilmente regride agora, mas isso em nada diminui o aspecto cadenciado/estratégico que um bom Battlefield tem, e V não é diferente.

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O modo Airborne num rápido olhar

A definição da DICE, que novamente assina o desenvolvimento, é enfática com relação ao modo Airborne: nele, os jogadores podem, literalmente, cair de paraquedas no mapa e defender ou destruir artilharia no chão, tudo enquanto “dogfights” explosivos estão no ar.

Ainda existe necessidade no polimento das animações; de acordo com a equipe, o modo apresentado no teste foi o Airborne, mas não houve o desejado momento de paraquedas – pelo menos não com a gente. É curioso como Brothers in Arms e outros shooters popularizaram a mecânica, que parece nunca envelhecer. De qualquer forma, a atmosfera da Segunda Guerra está incrível aqui.

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Som do disparo das armas: delícia

Em termos de atmosfera da Segunda Guerra Mundial, não era de se esperar menos: a concentrada equipe da DICE, a mesma que entregou o bem recebido Battlefield 1, parece ter se dedicado à lição de casa e continua forte no quesito imersão.

Alguns dos disparos de armas limparam os tímpanos do meu ouvido por meio do headset; sabemos que a mixagem de som e os efeitos sonoros constituem um trabalho técnico que envolve engenharia, capricho, cuidado e, sobretudo, fidelidade à época. Usar canhões, tanques, metralhadoras e explosivos é uma delícia aos ouvidos; cada “BUM!”, “BLOUF” e “BLOW” ecoa nos ouvidos enquanto a bala perfura barricadas e penetra no adversário. Há uma verdadeira sensação de peso a cada disparo, a legitimidade de empunhar uma arma da época.

Nesse ponto, a DICE é imbatível. Battlefront também tem tal competência. Possui seus defeitos, mas é impecável tecnicamente. Battlefield V parece seguir pela mesma rota, mas vai pegar emprestada toda a roupagem da Segunda Guerra Mundial – da qual estávamos todos com saudades, especialmente depois do engate que Battlefield 1 conseguiu dar.

Ainda há muito o que avaliar, mas por enquanto é isso. Battlefield V será lançado no dia 19 de outubro para PS4, Xbox One e PC. O Voxel segue na cobertura completa da E3 2018, que vai até o dia 14.

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