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Lojista detalha como vai funcionar a venda de jogos usados no Xbox One

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Pouco depois da polêmica sobre a cobrança no uso de jogos usados no Xbox One, a Microsoft veio a público acalmar os ânimos e garantir que isso não seria um bloqueio para os jogadores e que eles poderiam continuar comprando títulos seminovos. A empresa chegou até a comentar em uma ferramenta de revenda online, mas não explicou como isso deve funcionar e deixou todo mundo ainda mais confuso.

E se a companhia se mantém discreta em relação aos assuntos mais delicados de seu novo console, cabe a fontes anônimas ligadas à indústria trazerem as explicações que desejamos. Desta vez, foi um lojista britânico detalhou ao site MCV quais os planos da Microsoft com os games de segunda mão e como sua comercialização vai ser feita.

Segundo ele, as lojas têm total liberdade para cobrar o quanto quiserem por um jogo, contanto que uma porcentagem desse valor seja revertida para a Microsoft e para a distribuidora — que, segundo o site ConsoleDeals, pode ser de até 10% do preço definiddo.

Mais do que isso, essa revenda só poderá ser feita em estabelecimentos parceiros da companhia e que tenham concordado com seus termos de uso e que estejam integrados ao seu sistema de conexão à nuvem, o Azure. A partir disso, o vendedor poderá “remover” o código de uso único de cada game e “devolvê-lo” à Microsoft — justificando a exigência do Xbox One de se conectar à internet uma vez por dia.

E por mais que essas informações não tenham sido confirmadas pela empresa, não é difícil encontrar a lógica por trás disso. O mercado de jogos usados é um dos maiores inimigos das desenvolvedoras e distribuidoras exatamente pelo fato de que ele não reverte nenhum centavo para os produtores de conteúdos. Se a estratégia da Microsoft for realmente essa, esse problema é eliminado. No entanto, resta saber como isso vai afetar o bolso do consumidor.

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