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No Man’s Sky: entrevistas revelam novos detalhes e gameplay exclusivo

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A conceituada revista The New Yorker organizou um festival e convidou o co-diretor do game No Man’s Sky para uma entrevista sobre o ambicioso projeto. No vídeo acima, Sean Murray mostra ao escritor Raffi Khatchadourian cerca de quatro minutos de uma “Demo exclusiva”. Na jogatina podemos ver ver a aterragem e exploração de Nadrisk, um dos incontáveis planetas que farão parte da obra final.

Com versões confirmadas para PC e PS4, No Man’s Sky ainda não possui data de lançamento (rumores indicam maio de 2016). Esperamos maiores detalhes sobre o game durante os eventos Paris Games Week e PlayStation Experience.

Revelação sobre a Geração Procedural

O líder da Hello Games participou também de uma entrevista com Stephen Colbert durante seu programa televisivo The Late Show. Além de apresentar mais um pouco do gameplay, Murray também fez algumas revelações sobre a geração de planetas.

Durante a entrevista, Murray explicou o funcionamento da Geração Procedural, um recurso que permite criar mundos gigantes em questão de segundos. Este atributo é capaz de gerar “planetas com o tamanho de planetas”, além de permitir a exploração, escavação e alterações no cenário.

A questão que surgiu é que quando o jogador abandona o terreno, o planeta é apagado da memória para dar espaço para outro. O problema seria se as alterações feitas também seriam perdidas, deixando o game sem sentido.

“Mudanças que o jogador faz serão salvas localmente, então se você começar a destruir o terreno, isto será salvo em sua própria máquina. Se você tentar e conseguir fazer – o que nós consideramos – algo realmente significante, algumas destas mudanças serão armazenadas no servidor, junto com as descobertas feitas por você", esclarece o co-diretor.

"Mas no geral, muitas das coisas que você fizer serão consideradas insignificantes. Se você matar uma criatura, nós riscamos isso, nós salvamos o que acontece, porém não sentimos a necessidade de fazê-lo de maneira global, ou seja, matar aquela criatura para todo mundo”, completa Murray.

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