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Microsoft demonstra o poder de processamento de jogos em nuvem

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A execução de jogos por meio da tecnologia em nuvem promete inaugurar horizontes ainda não desbravados à indústria dos games. Mas o que o acesso à jogatina por meio deste recurso poderá de fato oferecer aos jogadores?

Em resumo, a ideia principal é fazer com que os elementos de um jogo possam ser processados, por exemplo, por servidores diversos; a renderização de um ambiente e o comportamento da AI podem ser tarefas processadas por hardwares hospedados em locais diferentes – o que aumentaria a performance do gameplay.

Com o objetivo então de demonstrar o que tem sido considerado o “futuro dos games”, a Microsoft apresentou uma demo customizada durante a Build deste ano. O cenário exibido pela peça foi executado em um PC e não corresponde a versão final de game algum, deve-se deixar claro. Mas, na prática, isso tudo significa o quê?

No vídeo, dois prédios são filmados em tempo real. Uma das telas mostra o cenário conectado ao serviço de nuvem Microsoft Azure; a outra exibe a demonstração em modo “off-line” – não conectada a nuvem alguma. Ao disparar uma série de tiros contra ambas as edificações, dados curiosos acabam sendo notados: a versão da demo conectada à Microsoft Azure (nuvem) não apresenta baixa nas taxas de frame rate, mantendo-se a 32 fps; a exibição alternativa, por outro lado, demonstra queda brusca no quesito fps (em um momento, o nível chega a 2 fps).

De acordo com John Shewchuck, um dos executivos da Microsoft responsável por conduzir a apresentação, novas formas de experiências poderão ser criadas a partir da tecnologia em nuvem. “Achamos realmente que o poder de nuvem vai permitir a criação de experiências nunca antes possíveis”. Sobre o poder da jogatina via nuvem, Shewchuck afirma que “mesmo em várias máquinas de alto desempenho, o processo demonstrado não poderia ser feito”.

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