Voxel

Monster Hunter World tem tudo o que queremos e ainda mais em nova build

Último Vídeo

Uma das coisas mais legais que pudemos conferir durante a Brasil Game Show 2017 foi a nova build (versão) de Monster Hunter World, que está presente no estande da Sony e da Warner. Fomos convidados pela Capcom para jogar a edição mais recente do game e, até agora, tudo o que vimos está bem impressionante.

A build que testamos é a mesma que a Capcom levou para a Gamescom 2017 e a Tokyo Game Show 2017, ou seja, vemos algumas novidades como o mapa do deserto e o confronto contra Barroth pela primeira vez, um dos monstros clássicos que retornarão à série.

Um ecossistema ainda mais natural

Sem sombra de dúvidas, essa nova versão está mais refinanda em relação a outra que pudemos testar em agosto. Grande parte dos bugs foram removidos, a física de colisão está aprimorada e as quedas de quadros por segundo foram drasticamente reduzidas. Porém, o maior destaque aqui é a adição de novos conteúdos.

Todos os itens e equipamentos que podíamos usar eram pré-determinados por padrão e não vimos nada de diferente, mas o mapa e monstros certamente foram um espetáculo à parte. O layout do mapa do deserto não é mais exclusivamente árido: há uma mesclagem orgânica entre as partes mais quentes e a floresta tropical, dando um tom de realismo mais intenso.

Os monstros estão incríveis: Barroth continua com um padrão de golpes similar ao que tinha em outros títulos da franquia, mas a Capcom implementou e mudou alguns elementos para que tudo ficasse mais natural. Por exemplo: em vez de usar pedras e terras como golpe, o monstro usa lama, algo que o coloca como um animal que vivem bem no deserto, mas ainda depende da umidade para sobreviver (e isso é refletido no combate contra ele).

No caminho certo e com poucos deslizes

Tudo o que experimentei de Monster Hunter World foi muito bom: desde a quest single player (que joguei em outra ocasião) que foi refinada em diversos aspectos até o conteúdo novo. O que já tinha está ainda melhor, como o sistema de dia e noite, a interação aleatória entre os monstros – que demonstram seu territorialismo quando lutam entre si – e muito mais.

A Capcom está fazendo questão de colocar elementos que nada mudam no alicerce da franquia, mas ajudam bastante aos novatos estrearem com facilidade. Há viagem rápida entre acampamentos do mapa (o que ajuda muito durante o multiplayer), há números de danos que indicam partes mais fracas dos monstros e por aí vai.

Monster Hunter World, barroth

Tudo está no caminho certo, mas vale ressaltar que o jogo ainda não está em sua versão final. Por conta disso, há alguns problemas ainda que esperamos que sejam resolvidos até o lançamento. Um deles é a queda de quadros, que atrapalha em alguns momentos. Apesar de estar bem menos frequente, ela ainda aparece.

Outro ponto é algo que, apesar de parecer besteira, incomodou um pouco: a proximidade da câmera com o personagem. Há dois motivos pelos quais isso pode ter causado um desconforto: a saída da franquia dos portáteis até as telonas e a riqueza visual aprimorada, algo que pode trazer muitas informações visuais e acabar confundindo em alguns momentos.

Há problemas de framerate ocasionais e a câmera está um pouco estranha, mas a Capcom ainda está desenvolvendo o game

Sem dúvidas, a Capcom ainda está refinando e testando muitas coisas em Monster Hunter World e isso não é um problema, já que o game está relativamente longe de sair: dia 26 de janeiro. O game chegará ao Xbox One e PlayStation 4 nessa data, mas ainda não tem dia certo para chegar ao PC.

Você sabia que o Voxel está no Facebook, Instagram e Twitter? Siga-nos por lá.