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Muitas novidades sobre jogabilidade de The Elder Scrolls V: Skyrim

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Em entrevista à revista Game Informer, o diretor de The Elder Scrolls V: Skyrim, Todd Howard, explicou um pouco sobre o funcionamento do sistema de batalhas do próximo game da Bethesda. Segundo ele, a grande novidade é a utilização das duas mãos do personagem, o que permite a criação de combinações variadas de golpes.

O diretor explica que o jogador poderá equipar armas e escudos, além de feitiços e as habilidades de Dragonborn em pares, o que aumenta as possibilidades de ataques e defesa. Com o uso de atalhos, por exemplo, é possível fazer uma rápida troca e á se preparar para a batalha, além de alternar entre estilos ofensivos ou defensivos.

Estratégias de combate

Além disso, Howard exemplificou como o novo sistema interfere na elaboração de estratégias de acordo com a classe de personagens. Para as profissões de combate em curte distância (os famosos melees), as táticas de “acertar e correr” deixam de ser funcionais devido a uma diminuição na velocidade de recuo. Em compensação, os golpes de espadas e machados recebem novos bônus e ficam ainda mais letais, embora necessitem um tempo certo para cada ação.

Já para os especialistas em movimentos à distância (rangers) e ataques furtivos, a proposta é tornar tudo muito próximo do real: só há uma chance para atacar sem ser visto. Apesar de parecer algo prejudicial, o resultado desse elemento surpresa é devastador.

O diretor do game também explica que as investidas com adagas ficaram ainda mais perigosas, chegando a ser dez vezes mais poderosas do que uma flechada. Porém, ele comenta que não tem certeza se esse poder absurdo estará presente na versão final de Skyrim.

Por fim, Todd Howard comenta que o sistema de magias estará bastante semelhante ao que vimos na série BioShock, ou seja, armas e poderes em mãos diferentes. A diferença, entretanto, é que a possibilidade de variação é muito maior.

Outra novidade são os “Dragon Shouts”, uma espécie de evocação que os personagens podem fazer para aumentar sua força. Para isso, é preciso coletar “palavras” em Draconiano – uma espécie de idioma morto – e decifrá-las para ter acesso a essa nova habilidade.

Engine a ser explorada

Ainda para a revista, o diretor falou sobre as melhorias gráficas proporcionadas pelo novo motor gráfico utilizado em The Elder Scroll V: Skyrim. Segundo ele, a Bethesda busca aprimorar as animações e a mecânica das expressões faciais dos personagens, a fim de tornar o game o mais real possível.

Fonte: Game Informer
Para Howard, o maior desafio do estúdio neste momento é tornar todas as versões do título equivalentes, ou seja, sem nenhuma diferença abissal entre as plataformas – uma ótima notícia para quem já se cansou de sofrer com isso em lançamentos multiplataforma.

Já sobre a qualidade da engine, o vice-presidente da desenvolvedora, Pete Hines, declarou ao site VG247 que toda a equipe está trabalhando em cima no novo motor visual. A ideia é se aproveitar de todos os recursos tecnológicos para oferecer um visual que agrade aos jogadores. Por fim, Hines sugeriu que é possível que a Bethesda reutilize essa engine em projetos futuros.

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