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Narrador do jogo Transistor se importará com o jogador

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Transistor, o vindouro game de estratégia baseada em turnos com temática de ficção científica da Supergiant Games, terá uma narração da história que, de acordo com o diretor-criativo do game, Greg Kasavin, esboçará emoções favoráveis ao jogador, não sendo uma voz “neutra”.

A voz de um locutor narrando os acontecimentos será novamente utilizada em Transistor em função do sucesso que a mecânica teve no game Bastion, título feito pela mesma desenvolvedora e tido como uma espécie de antecessor espiritual de Transistor. Mas o diretor afirmou que o estúdio não queria exatamente a mesma coisa: o jogador terá um relacionamento bem diferente com o narrador.

“Em Bastion, sua primeira experiência com o narrador mostra que ele é uma espécie de carinha gente boa, mas provavelmente você suspeita um pouco dele. Talvez ele pareça um pouco sinistro. Logo você percebe que ele é um personagem no mundo de jogo, então acredito que ele apareça como o ‘narrador não confiável’, e nós [do desenvolvimento] tentamos brincar com essa mecânica de propósito”, afirmou Kasavin.

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Já em Transistor, contudo, a ideia é que o jogador confie nessa voz onisciente. “Haverá uma voz vindo do transistor, e espero que o sentimento que vier depois é que essa voz realmente se importa com o protagonista”, descreveu.

No jogo da Supergiant Games, o narrador (cuja voz será a mesma do ator que atuou em Bastion) terá uma espécie de relação “simbiótica” com o protagonista. Ele existe num mundo que está no tempo presente, conta histórias do passado, mas não é necessariamente mais inteligente que o jogador sobre o que pode acontecer no futuro. Um personagem precisa do outro. “Eu quis explorar essa relação simbiótica e dinâmica que eles têm”, completou o diretor.

Transistor será lançado em 2014 para PC e PlayStation 4. Existe a possibilidade de o game sair em outras plataformas também.

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